quarta-feira, 30 de junho de 2021

Festival promove 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável no Brasil




Salários justos, cuidados com a saúde, proteção do meio ambiente, oportunidades iguais para todos, acesso à água e alimentação adequada. Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, conhecidos como ODS, criados pela Organização das Nações Unidas (ONU) são um caminho para que o mundo se torne um lugar melhor.


Para apresentar cada um dos ODS e as possibilidades de colocar em prática este “roteiro”, será realizado o Festival Conhecendo os ODS, entre os dias 9 e 13 de agosto de 2021, em formato totalmente on-line e gratuito. 

Com o tema “Juntos unindo esforços para atingir os Objetivos e não deixar ninguém para trás”, especialmente na chamada “década da regeneração”, o Festival trará exemplos, ações, estratégias e todos os esforços de quem já promove, no Brasil e na América do Sul, um mundo mais justo, mais sustentável e com oportunidades iguais para todos até o ano de 2030.

O evento reúne mais de 30 atrações, divididas em vários espaços apresentados em uma plataforma interativa e imersiva. Com a participação Centenas de empresas e instituições irão compartilhar seus progressos e o alinhamento dos seus negócios aos ODS.

A programação é voltada para diferentes públicos, como estudantes, educadores, empresários, instituições públicas, privadas e sociedade civil em geral.

Os credenciados recebem, em primeira mão, toda a programação do evento e poderão participar de uma das atrações – o Call to Action, ou Chamada para a Ação, em que poderão enviar vídeos, desenhos e conteúdos sobre os ODS que gostariam de compartilhar no Festival. 

Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU

Os ODS indicam como as nações podem alcançar um desenvolvimento social, econômico e ambientalmente sustentável, tendo como foco um mundo melhor para todos. Os 17 Objetivos e suas 169 metas para melhorar os indicadores em várias áreas foram definidos em 2015, em continuidade e aprimoramento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), por 193 países, entre eles o Brasil, durante a Assembleia Geral da ONU.


Cada um dos objetivos trata de uma área diferente, mas estão interligados. São eles:

1 - Erradicação da Pobreza.

2 - Fome Zero e Agricultura Sustentável.

3 - Saúde e Bem-Estar.

4 - Educação de Qualidade.

5 - Igualdade de Gênero.

6 - Água Potável e Saneamento.

7 - Energia Acessível e Limpa. 

8 - Trabalho Decente e Crescimento Econômico. 

9 - Indústria, Inovação e Infraestrutura. 

10 - Redução das Desigualdades. 

11 - Cidades e Comunidades Sustentáveis.

12 - Consumo e Produção Responsáveis. 

13 - Ação contra a Mudança Global do Clima. 

14 - Vida na Água.

15 - Vida Terrestre. 

16 - Paz, Justiça e Instituições Eficazes. 

17 - Parcerias e Meios de Implementação. 


Os interessados no evento, podem acompanhar detalhes e se inscrever através do site clicando aqui. Vale o Clique!

Via Ciclo Vivo

terça-feira, 29 de junho de 2021

Notre-Dame arrecada quase R$ 5 bi para reconstrução, mas valor não é suficiente

Dois anos após ser devastada por um incêndio, a Catedral de Notre-Dame já arrecadou quase US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5 bilhões, na cotação atual) para sua reconstrução. No entanto, conforme informações divulgadas pela agência de notícias francesa Agence France-Presse (AFP), o local ainda está enfrentando dificuldades orçamentárias para o projeto de restauração e precisa levantar entre US$ 6 milhões a US$ 7,3 milhões (aproximadamente R$ 30 milhões a R$ 37 milhões). O montante será destinado para obras de renovação dos interiores da catedral.

Além de restaurar o edifício histórico de forma idêntica a original, a igreja também pretende adicionar um novo sistema de iluminação e som internos, além de renovar o design turístico e instalar novos itens de suporte aos visitantes. Conforme um comunicado divulgado pela AFP, o arcebispo de Paris, Michel Aupetit, informou que objetivo das transformações é trazer a catedral para o século 21, sem deixar de preservar sua identidade.

Estas modificações internas fazem com que o valor arrecadado não seja suficiente. Entre os motivos que fizeram com que o orçamento se tornasse um problema para a reconstrução do local, há as promessas de contribuições feitas por bilionários frances que não foram cumpridas até o momento. Além disso, o governo francês aprovou uma lei que limita o uso de fundos para a restauração e conservação da estrutura da catedral.

Para tornar a renovação possível, diversas instituições ao redor do mundo estão em busca de recursos para o projeto, como é o caso da Friends of Notre-Dame de Paris. A entidade está encorajando possíveis doadores a patrocinar objetos individuais que precisam de conservação, como as estátuas de gárgula. Além disso, a igreja está solicitando a contribuição de artistas locais para a construção de um novo tabernáculo e para outras renovações pontuais.

A catedral espera intensificar as obras de restauração e renovação internas no final deste ano. Isso porque o governo da França pretende reabrir Notre-Dame ao público a tempo dos Jogos Olímpicos de 2024, que serão sediados em Paris.

Via Casa Vogue

segunda-feira, 28 de junho de 2021

Concurso Museu Marítimo do Brasil

Concurso Nacional de Estudos Preliminares de Arquitetura para seleção e indicação da melhor proposta arquitetônica para Museu Marítimo do Brasil, a ser construído no Espaço Cultural da Marinha, localizado na área central da cidade do Rio de Janeiro.

Promovido pelo Departamento Cultural do Abrigo do Marinheiro / Marinha do Brasil e organizado pelo Instituto de Arquitetos do Brasil – Rio de Janeiro – IAB-RJ.

O concurso é nacional, aberto, em uma etapa; para Arquitetos e Urbanistas, conforme os termos do edital.

As Inscrições vão de 11 de junho a 23 de julho de 2021.

Mais detalhes sobre o cronograma e premiações, Vale o Clique!

Via Concursos de Projeto

domingo, 27 de junho de 2021

Arábia Saudita construirá o maior prédio do mundo, com 1.008 metros de altura



O Jeddah Tower promete ser mais alto que o atual maior prédio do mundo: Burj Khalifa, com seus 828m. Sua previsão de inauguração era no final de 2020, mas a pandemia e questões técnicas atrasaram a execução do projeto.

Seu projeto ao todo irá consumir mais de 500 mil m³ de concreto e 80 mil toneladas de aço, terá como custo estimado US$ 1,23 bilhão, cerca de R$ 6 bilhões na cotação atual.


Terá mais de 200 andares e será um feito projetos de engenharia e arquitetura inédito, uma vez que para edifícios dessa altura, os projetos e materiais tradicionais não atendem. Por exemplo, a carga do vento, que para resistir foi necessário fazer o design do prédio mudar ao longo dos andares, para permitir que o vento circule pelo prédio e não o colapse.

Sua edificação está sendo no deserto da 2ª maior cidade da Arábia Saudita, a cidade de Jeddah e foi planejado para suportar tempestades de areia, ventos e outras situações existentes no deserto.

Contará no interior da torre 12 escadas rolantes e 59 elevadores sendo que alguns terão velocidade acima de 60 km/hora.

O diretor do escritório Thornton Tomasetti, Robert Sinn – responsável pelo projeto estrutural do prédio -, confirma que atualmente é impossível estabelecer uma data para a conclusão da obra.

O Jeddah Tower foi projetado para ter 1008 metros de altura.

Via Engenharia É

sábado, 26 de junho de 2021

Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais, de Niemeyer, será revitalizada

Projeto receberá investimento de aproximadamente R$ 2 milhões provenientes de emenda parlamentar. A expectativa é de que as obras sejam concluídas até o primeiro semestre de 2022.

A Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult) de Minas Gerais anunciou a revitalização de Sede e Prédio Anexo da Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais, localizada em Belo Horizonte. O espaço, inaugurado em 1954 e assinado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, passará por intervenções visando garantir maior conforto e segurança a seus usuários.

"É um instrumento muito importante não só por ser a Biblioteca Estadual, mas por integrar um circuito cultural na Praça da Liberdade, com um projeto arquitetônico de muita importância”, disse ao G1, Bernardo Silviano Brandão, secretário-adjunto de Cultura e Turismo.

Sabe-se que o último projeto de revitalização do local ocorreu em 2000, quando a fachada do Prédio Sede passou por reformas. Um ano antes, em 1999, o Prédio Anexo já havia sido revitalizado. Dessa vez, com investimento de aproximadamente R$ 2 milhões, montante oriundo de emenda parlamentar, o plano prevê a revitalização da fachada do Prédio Sede através de limpeza, recomposição das pastilhas, pintura, troca de vidros e aplicação de película protetora; a impermeabilização da laje do terceiro andar e paredes do subsolo, além da implementação de um projeto de segurança para obtenção do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB). Também deverá ser realizada a manutenção das janelas, substituindo-se dobradiças e atentando-se à pintura, limpeza e troca dos vidros.

Com relação ao Prédio Anexo Professor Francisco Iglésias, os recursos financiarão igualmente um projeto de segurança para obtenção do AVCB, e obras da parte elétrica nos primeiro e segundo pavimentos do edifício. A fachada e a estrutura do anexo também serão reformadas. As obras devem ser concluídas até o primeiro semestre de 2022.

"O objetivo é permitir que tanto a sede quanto o anexo tenham plenas condições de reabrir no pós-pandemia, ampliando o acesso à literatura, ao conhecimento (…), a esse hábito tão importante que temos obrigação de estimular e prestigiar”, afirma o senador Antonio Anastasia, autor da emenda parlamentar, que garantiu os recursos para revitalização da Biblioteca.

Fechado há mais de um ano pelo Decreto Estadual devido à pandemia, o equipamento cultural continua a se reinventar e a oferecer programações e contato com seu rico acervo – cerca de 570 mil exemplares, incluindo obras raras e representativas de autores nacionais e estrangeiros, além de coleção infantojuvenil, jornais e revistas novos e antigos, audiolivros e acervo em Braille – em novos formatos. 

Via Revista Projeto

sexta-feira, 25 de junho de 2021

Rodoviária de Londrina, de Artigas, é tombada como Patrimônio Cultural do Brasil




A antiga Rodoviária de Londrina (PR), de autoria do arquiteto João Batista Vilanova Artigas, agora é Patrimônio Cultural do Brasil, mediante aprovação anunciada no último dia 19 de maio, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) – inédita obra do renomado profissional e expoente arquitetônico a ser tombada pelo órgão.

O processo de tombamento começou em 2009, a pedido da Superintendência do Iphan no Paraná. No ano seguinte, a prefeitura da cidade contratou um projeto de restauro, que teve sua primeira fase finalizada em 2019. O edifício, que abriga o Museu de Arte de Londrina há quase 30 anos, assim como sua área envoltória passam, portanto, a enquadrar-se como bens protegido por leis nacionais, a fim de que toda e qualquer intervenção seja previamente notificada e aprovada pelo órgão de tombamento nacional.

De acordo com o arquiteto e professor Eduardo Carlos Comas, relator do processo, “a razão principal para o tombamento é o valor artístico da obra. É um exemplar representativo do Artigas em uma fase em que ele está dialogando com a arquitetura carioca, especialmente com a influência de Oscar Niemeyer”. Depois dessa fase, Artigas viria a ser conhecido por sua Arquitetura Brutalista, influenciando grandes nomes como Paulo Mendes da Rocha.

"É na verdade uma celebração do movimento. Em 1952, não havia precedente para uma rodoviária com qualidade plástica fora do comum. O Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, fora inaugurado poucos anos antes. A cobertura em arco inclinada pode ser pensada como uma folha que se dobra como um origami.”

Segundo o professor Comas, Londrina trouxa a Artigas uma grande oportunidade profissional. Junto de Carlos Cascaldi, sócio de Artigas, o arquiteto edificou diversas obras em uma ‘cidade nova’, que crescia impulsionada pela prosperidade das fazendas de café na região norte do Paraná. “Foi uma alavancagem na carreira dele”, relata Eduardo. A rodoviária, com sua fachada de vidro, funcionava como vitrine de Londrina aos recém-chegados desde 1948, ano de sua inauguração.

O presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Paraná (CAU/PR), Milton Zanelatto Gonçalves, salienta que na ocasião da construção da Rodoviária, a expansão econômica de Londrina e do Norte do Paraná atraía migrantes de todo o Brasil, dispostos a desbravar uma terra que lhes prometia riquezas. “Desta maneira, o local passou a representar o momento da chegada, uma espécie de portal do Norte do Paraná. Os desbravadores que chegavam eram recebidos por um belo exemplar da Arquitetura Moderna brasileira”, frisa Milton.

"Para as arquitetas e arquitetos, o tombamento da Rodoviária de Artigas significa o reconhecimento de uma obra magistral. Para o Brasil, representa o reconhecimento de um período épico da história nacional, o momento em que uma terra agreste se fez civilização!”, finaliza Zanelatto.

Representante do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) no Conselho Consultivo do Iphan, o arquiteto Nivaldo Andrade destaca que o tombamento da Antiga Rodoviária ajuda a inserir Artigas “no lugar merecido” em se tratando de reconhecimento pelo conjunto de sua obra como Patrimônio Cultural Brasileiro, junto dos grandes Oscar Niemeyer, Lina Bo Bardi, Lucio Costa, Paulo Mendes da Rocha, e outros. “Ele é o grande representante da Escola Paulista de Arquitetura. Que outras obras de Artigas venham a ser tombadas, como a própria Faculdade de Arquitetura e Urbanismo USP”, afirma Nivaldo.

Via Revista Projeto

quinta-feira, 24 de junho de 2021

Bacco Arquitetos é selecionado para Licitação do Aeroporto de Viracopos

Junto a parceiros, o escritório será responsável pela elaboração dos estudos de relicitação da infraestrutura localizada em Campinas.

A Secretaria Nacional de Aviação Civil aprovou os estudos de viabilidade da nova licitação do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, interior de São Paulo, protocolados pelo Grupo de Consultores em Aeroportos (GCA). O Edital tinha por objetivo selecionar projetos, levantamentos, investigações e estudos técnicos a fim de subsidiar a modelagem da concessão para expansão, exploração e manutenção da infraestrutura.

Neste interim, a Bacco Arquitetos Associados está entre os profissionais que foram responsáveis pela elaboração de tais estudos, ao lado dos parceiros Infraway Engenharia, Moysés & Pires Sociedade de Advogados, CPEA – Consultoria, Planejamento e Estudos Ambientais e Terrafirma Consultoria, que compõem o consórcio desenvolvido de forma conjunta a proposta para a viabilização do projeto.

Segundo informações do G1, o último plano de recuperação judicial do aeroporto foi protocolado à Justiça no dia 12 de dezembro de 2020. Desta data até fevereiro – quando foi aprovada a devolução da concessão -, Viracopos e os principais credores, entre eles a Anac e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), reuniram-se para tentar chegar a um acordo e definiram que a proposta seria votada na assembleia desde que Viracopos aceitasse a relicitação.

No entanto, segundo a Aeroportos Brasil, ela só teria continuidade se houvesse definido sobre quem iria pagar as indenizações por conta dos valores investidos desde o início da privatização e que não foram amortizados. Por conta do impasse, Viracopos propôs no novo plano recorrer ao decreto de arbitragem. Agora, será possível definir qual é a obrigação de cada parte envolvida no processo de devolução da concessão.

A concessionária já havia sinalizado a intenção de devolver a concessão em julho de 2017, mas esbarrou na lei 13.448/2017, que regulamenta as relicitações de concessões aeroportuárias, ferroviárias e rodoviários do Brasil, com decreto publicado somente em agosto de 2019.

Ainda em março deste ano, a Secretaria de Estado da Infraestrutura e Mobilidade (SIE) e SCPAR iniciaram o Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) do Aeroporto Regional Sul Humberto Ghizzo Bortoluzzi, de Jaguaruna (SC), dentro do Programa de Parcerias e Investimentos (PPI-SC).

O prazo para as empresas interessadas realizarem o cadastro encerrou no dia 5 do mesmo mês, e, em seguida, foram anunciadas as empresas que tiveram seus documentos aprovados para fazerem parte dos estudos da concessão: o grupo das cinco empresas mencionadas anteriormente, assim como a Infracea Controle de Espaço Aéreo Capacitação e Aeroportos, que administra atualmente o Aeroporto Diomício Freitas; a Quanta Consultoria; e a Vallya Advisors Assessoria Financeira.

As propostas devem analisar os estudos de mercado, arquitetura e engenharia, ambientais, avaliação econômico-financeira, análise jurídica e fundamentação legal, adotando como premissa, pela concessionária, a gestão de toda a infraestrutura existente do Aeroporto de Jaguaruna, em nível de serviço adequado, desde o início do prazo da futura concessão até o seu término.

De acordo com o secretário da Infraestrutura e Mobilidade do Estado, Thiago Vieira, depois do cadastro, as empresas têm mais 120 dias para a apresentação de propostas, que serão avaliadas pelo Estado. “Feito isso, é realizada uma audiência pública, encaminhamos todo o processo ao Tribunal de Contas do Estado e depois produzimos os documentos da licitação para concessão”, explica o secretário ao portal tnsul.

Segundo o cronograma estipulado, o processo entrará em fase de consulta e audiência pública ainda esse ano, para que em junho de 2022 ocorra a licitação da concessão. A previsão é que a assinatura do contrato com a empresa concessionária aconteça em agosto ou setembro de 2022, porém a secretaria de da Infraestrutura e Mobilidade (SIE) ainda não definiu o tempo de concessão e contrapartida.

Via Revista Projeto

quarta-feira, 23 de junho de 2021

Trecho do Parque do Flamengo homenageia Mendes da Rocha

Prefeitura do Rio determinou como ‘Esplanada Paulo Mendes da Rocha’ o que se compreende entre a Marina da Glória e a Baía de Guanabara.

A memória do Arquiteto e Urbanista Paulo Mendes da Rocha, que deixou a comunidade no último dia 23/05, permanecerá viva também na capital carioca. Agora a Prefeitura do Rio denominou um trecho do Parque do Flamengo, entre a Marina da Glória e a Baía de Guanabara, como ‘Esplanada Paulo Mendes da Rocha’, homenagem ao arquiteto publicada no Diário Oficial do Município no dia 27 de maio.

A medida considera a importância do profissional para a Arquitetura e o Urbanismo mundiais, e a escolha do local leva em consideração o pensamento do urbanista, para quem “a geografia era a primeira e primordial arquitetura”. A Esplanada, com cerca de 32 mil metros quadrados, está sob projeção de terra que avança para o mar, dentro do parque.

Dono de uma trajetória profissional ímpar e colecionador de honrarias, Mendes da Rocha  recebeu o Prêmio Mies van der Rohe de Arquitetura Latino-americana em 2000; o Prêmio Pritzker (“Nobel da Arquitetura”) em 2006; o Leão de Ouro da Bienal de Veneza de 2016; o Imperiale Praemium (Prêmio Mundial de Cultura em Memória de Sua Alteza Imperial o Príncipe Takamatsu do Japão), também em 2016; e a Medalha de Ouro Real de 2017 do Royal Institute of British Architects (RIBA). Em 5 de maio, foi anunciado como o ganhador da Medalha de Ouro UIA 2021, que seria oficialmente entregue em julho próximo, durante a realização do UIA2021RIO.

Via Revista Projeto

sexta-feira, 11 de junho de 2021

Casa feita com impressora 3D abre suas portas para inquilinos

A primeira casa do Projeto Milestone, uma iniciativa da Universidade de Tecnologia de Eindhoven que deseja criar casas feitas com impressoras 3D, recebeu seus primeiros moradores no mês passado. Elize Lutz e Harrie Dekkers receberam as chaves da futurística residência que pode ser o futuro da construção nos próximos anos.

Essa é a primeira das cinco casas que serão entregues pelo projeto Milestone no subúrbio de Eindhoven, cidade a 124 quilômetros de Amsterdam. O Milestone foi anunciado em 2018 e conclui sua primeira entrega.

“Eu vi o desenho desta casa e era exatamente como um jardim de conto de fadas. É lindo!”, disse Elize. Seu companheiro Dekkers tinha preocupações sobre a praticidade do lugar, mas descobriu que o lugar era o certo para ele: “Parece um bunker – é seguro”, disse Dekkers.

“Com este projeto e as técnicas de impressão usadas, demos passos importantes no desenvolvimento da impressão 3D em concreto na construção”, disse Weber Benelux, CEO da construtora Bas Huysman, que fez a casa.

A casa foi projetada com auxílio de uma impressora 3D, que modelou paredes em 24 partes de argamassa que foram encaixadas facilmente pelos construtores. A ideia da Universidade de Eindhoven é automatizar ainda mais o processo de construção civil e acelerar a construção de casas através da nova tecnologia.

Com 94m², a casa de concreto tem uma arquitetura absolutamente futurística, mas é bastante confortável e, por dentro, parece uma casa normal.

Via Hypeness

quinta-feira, 10 de junho de 2021

LEGO anuncia seu maior conjunto: o mundo, para ser montado em 12 mil peças


Um mundo feito de peças de LEGO – literalmente: esse é o novo conjunto de peças de montar que a gigante dinamarquesa de brinquedos acaba de anunciar como seu próximo grande lançamento. E a escolha da palavra “grande” aqui não é por acaso: a novidade será a própria Terra, em um mapa mundi formando por nada menos que 11.695 peças que montam um LEGO de 64 cm por 102 cm para ser, quando pronto, posto na parede. Trata-se do maior conjunto de peças já lançado pela empresa, que virá com um manual instruindo a montagem – construir, afinal, o mundo, não é tarefa simples.
Intitulado LEGO Art World Map, o lançamento supera com folga, portanto, o recorde anteriormente estabelecido pelo Coliseu feito de LEGO – que por seis meses foi o maior conjunto de peças de montar lançado pela marca, exigindo o encaixe de 9,036 peças para formar o imenso anfiteatro símbolo do império romano. As peças de encaixar do novo mapa mundi são em sua maioria pontos coloridos em duas dimensões, formando assim essencialmente o contorno dos continentes – o que pode dificultar ainda mais a vida de quem decidir enfrentar o brinquedo.
Para facilitar a vida dos que quiserem construir o mundo de LEGO, o suporte sobre o qual o mapa deve ser montado se divide em doze peças menores, a fim de facilitar o processo, que depois também se encaixam para enfim formar o resultado completo. O lançamento foi pensado também para servir como um daqueles mapas em que se pode “marcar” os países que já foram visitados, e posto na parede como uma divertida peça de decoração.

E como criatividade é sempre palavra de ordem, e uma parte da graça dos LEGOS é poder montar os conjuntos sem se preocupar tanto em fazer do jeito certo, a própria empresa incentiva que, por exemplo, a parte correspondente aos oceanos no mapa – que naturalmente representa boa parte da superfície do brinquedo – possa ser montada como o usuário bem entender, se valendo de cores variadas, formatos inusitados, desenhos criativos e mais: o mundo, afinal, nesse caso é mesmo seu. O LEGO Art World Map com suas quase 12 mil peças estará à venda a partir do dia 1 de junho, anunciado por 249,99 dólares – equivalentes a cerca de 1.306, 54 reais.

Via Hypeness

quarta-feira, 9 de junho de 2021

China lança carro elétrico inspirado no Fusca da VolksWagen







A marca chinesa Ora divulgou o design completo do Punk Cat na abertura da exposição Auto Shanghai 2021. Com linhas retrô, o modelo elétrico é claramente inspirado no Fusca da Volkswagen.
Como você pode observar nas imagens, a montadora chinesa não teve medo de “copiar” o veículo clássico da fabricante alemã VolskWagen. Apesar dos traços modernos, ele apresenta o tradicional corpo e detalhes arredondados combinados com aos enormes para-choques.
Já em seu interior, o Punk Cat traz nostalgia e futurismo. Por exemplo, o painel traz um único medidor digital de velocidade atrás do volante com linhas clássicas. Ao lado dele, há uma grande tela LCD horizontal com sistema multimídia. De acordo com a montadora, o Punk Cat foi desenvolvido para atrair o público feminino para os elétricos. As peças publicitárias destacam que o corpo lembra uma carruagem de contos de fadas, apresentando ilustrações de castelos e uma princesa.

A Great Wall Motors, é dona da marca Ora, entretanto não revelou planos para exportar o elétrico. Contudo, haverá um grande público interessado em adquirir esse modelo fielmente inspirado no clássico da VolksWagen.

O nome Punk Cat foi escolhido em uma votação pública pela internet encerrada no dia 18 de abril. As outras opções disponíveis eram: elf cat, noble cat, persian cat, royal cat e big orange cat.

Curiosamente, a marca Ora tem outros três modelos com nomes que homenageiam os gatos: Good Cat, White Cat e Black Cat. Durante o Auto Shanghai 2021, também foi revelado o Lightning Cat, uma “cópia” do Porsche Panamera com design menor.

O modelo tem motor elétrico de 143 cv e autonomia de até 501 km.

Via Engenharia É











terça-feira, 8 de junho de 2021

Conheça a ferrovia mais alta do mundo





A Ferrovia  Qinghai-Tibet que está localizada em um dos ambientes mais extremos da terra, liga Xining, província de Qinghai, a Lhasa, Região Autônoma do Tibet, na China.

O comprimento da estrada de ferro é de 1,956 km. A construção dos 815 km, no trecho entre Xining e Golmud foi concluída em 1984 e a seção de 1,142 km entre Golmud e Lhasa foi inaugurada em julho de 2006. Para que ela fosse concluida foram assentados mais de 1000 km de trilho em uma região deserta,  7 túneis foram escavados, 675 pontes sobre vales e rios erguidas, e 45 estações criadas.

Esta ferrovia é a primeira a ligar o Tibete a qualquer outra província, que, devido a sua altitude e terreno, é a última província na China continental a ter uma ferrovia. Foram investidos US$ 3,68 bilhões e dispondo de 140 mil operários.

Via Engenharia É

segunda-feira, 7 de junho de 2021

Cabana revestida com cobre se destaca em meio aos Alpes italianos


Nos Alpes italianos, a mais de 3 mil metros acima do nível do mar, uma cabana de cobre se destaca em meio à natureza. Situada no Vale Aurina, na Itália, o pequeno edifício de seis andares, denominado Sasso Nero (pedra preta, em italiano), é um refúgio com capacidade para abrigar até 50 pessoas. O projeto, realizado pelo estúdio de arquitetura Stifter + Bachmann foi pensado para resistir à condições adversas, como furacões e nevascas.
Por conta do terreno íngrime, a cabana foi projetada para ocupar o menor espaço possível. Assim, o estúdio optou por empilhar os andares e construir um pequeno edifício. Os seis andares são divididos entre o piso térreo, dois níveis inferiores, que aproveitam um declive da montanha, e três superiores.

O térreo conta com um amplo restaurante e uma janela que oferece vista panorâmica de 360° para o cenário montanhoso. Já os andares inferiores são destinados às áreas de serviço. Por fim, os três últimos andares contam com dormitórios com camas para até 50 visitantes. Os quartos foram projetados para duas ou dez pessoas e possuem janelas com vista para os Alpes.

Os interiores da cabana são revestidos com madeira extraída de pinho-alemão, uma árvore conífera que é encontrada em regiões com climas temperados e boreais. O material é utilizado tanto nas paredes e nos telhados, quanto nos móveis.

Já na parte externa, o edifício é completamente revestido com cobre. O material foi escolhido pelo estúdio, pois era extraído na região até o final do século XIX. Além disso, os arquitetos apostaram no revestimento por conta da variação da cor do cobre ao longo do tempo. Com isso, a expectativa é que o material perca o brilho e a tonalidade original e fique com um aspecto cada vez mais semelhante às pedras escuras da montanha.

Via Casa Vogue

domingo, 6 de junho de 2021

Um país dividido - segregação e desigualdade urbana na África do Sul


A África do Sul é um país dinâmico e em constante evolução - que nos últimos anos viu o surgimento de marcos que alcançaram reconhecimento global. Na Cidade do Cabo, há a exclusiva fachada do Zeitz Museum of Contemporary Art Africa do Heatherwick Studio. Em Cabo Ocidental há a cobertura de concreto solta da Capela Bosjes, projetada por Steyn Studio. E, em um projeto revelado apenas no ano passado, está a Biblioteca Presidencial Thabo Mbeki em Joanesburgo, inspirada em um celeiro, projetada pelo vencedor da Medalha de Ouro Real RIBA em 2021, Sir David Adjaye.

Esses marcos desempenham, ou vão desempenhar, um papel significativo na formação do futuro patrimônio arquitetônico da África do Sul. Coexistindo com eles, no entanto, está a desigualdade espacial que é uma característica de muitas cidades sul-africanas - uma desigualdade nascida dos legados deixados pelo governo racista do Apartheid da África do Sul. O apartheid, longe de ser um sistema apenas codificado por leis, também era estrutural. Cidadãos negros do país impedidos de acessar certos espaços e relegados a áreas residenciais chamadas de townships. Os planejadores urbanos do regime do apartheid buscaram segregar as cidades da África do Sul em linhas raciais - e esses legados continuam sendo uma parte intrínseca do tecido urbano sul-africano.

Em nenhum lugar essa divisão é mais aparente do que na movimentada metrópole que é Joanesburgo. Maior economia municipal do país, foi fundada como cidade de mineração após a descoberta do ouro. Hoje, é o centro econômico da África do Sul, sua população é complementada por pessoas atraídas por ela de outras cidades sul-africanas e migrantes de outros países africanos. Enquanto os negros eram empurrados para o sul da cidade - para as vilas, os brancos proprietários das minas construíam mansões que se transformaram nos subúrbios ricos que existem hoje em Joanesburgo. Muitas vezes, essa desigualdade é visível em um sentido muito literal, como o subúrbio de Primrose a leste de Joanesburgo sobreposto ao assentamento informal adjacente de Makause. As famílias negras têm menos probabilidade de viver em subúrbios de classe média, e o número de negros que moram em subúrbios antes brancos permanece baixo.

"Há uma razão para esse ritmo glacial de mudança. Joanesburgo é um microcosmo da África do Sul. O Banco Mundial disse em maio de 2018 que a África do Sul continua sendo o país economicamente mais desigual do mundo. Os níveis de pobreza são mais altos entre os negros. Os brancos constituem a maioria da elite ou os primeiros 5% da população. Daí a persistência da segregação espacial." - Justice Malala, jornalista sul-africana

Mais ao sul de Joanesburgo, na cidade costeira da Cidade do Cabo, um legado marcante da destruição urbana causada pelo Apartheid é o Distrito Seis. Estabelecida em 1867 como uma comunidade diversificada de mercadores, artesãos, escravos libertos, trabalhadores e imigrantes, a área era um centro vibrante com ligações estreitas à cidade e ao porto. No início do século XX, começou a marginalização de seus moradores. Os negros foram deslocados à força em 1901, e o governo do Apartheid a declarou uma área somente para brancos em 1966. As demolições ocorreram depois disso, com mais de 60.000 pessoas forçadas a se mudar para Cape Flats, cujas casas foram demolidas pelo governo.

Hoje, o Distrito Seis existe como uma coleção de terrenos baldios, com entulho ainda presente e os contornos visíveis do que costumavam ser ruas da cidade. Seus ex-moradores conseguiram lutar contra o empreendimento privado - alguns deles até conseguiram retornar às terras que antes possuíam. O contraste entre o Distrito Seis e o Centro da Cidade do Cabo, no entanto, não poderia ser mais claro. O Museu do Distrito Seis, ao fazer um brainstorming de uma visão para o futuro da área, vê a restituição de terras como uma oportunidade para o desenvolvimento da área como um patrimônio cultural, e olha para a regeneração urbana como um método para melhor integrar a economia do Distrito Seis com a da Cidade do Cabo.

Joanesburgo e o Distrito Seis na Cidade do Cabo servem como um microcosmo da desigualdade espacial urbana que existe na África do Sul. Uma desigualdade que só existe na África do Sul contemporânea devido à arquitetura opressora do governo do Apartheid. Essa desigualdade molda onde os edifícios são construídos, onde as pessoas querem morar e onde os fundos públicos são alocados. Longe de existirem isoladas, as desigualdades presentes nas cidades em que vivemos são, sem dúvida, moldadas pelo seu passado.

Via ArchDaily

sábado, 5 de junho de 2021

Exposição na Bienal de Veneza trará detalhes da maior estufa tropical do mundo


Durante a Bienal de Arquitetura de Veneza, será apresentado o projeto da maior estufa de floresta tropical do mundo, desenvolvida sob uma única cúpula. Batizada de Tropicália, a construção será detalhada em uma exposição que contará com maquetes, desenhos, croquis e vídeos do planejamento da estufa.  A mostra será organizada pela Zuecca Projects, uma organização cultural sem fins lucrativos, que atua na concepção de projetos interdisciplinares nas áreas da arte contemporânea, arquitetura e cinema.

A exibição tem a curadoria de Alessandro Possati, diretor de Zuecca Projects, e Arch. Thomas Coldefy, diretor do escritório de arquitetura Coldefy & Associés Architectes Urbanistes, que também colaborou com o projeto. Segundo os organizadores, a exposição visa transmitir uma mensagem ambiental e educativa. Nela, as pessoas poderão aprender sobre as proezas da engenharia e arquitetura e a singularidade da estufa. Além disso, o espaço também receberá conferências com profissionais da área, para investigar e discutir sobre os temas e desafios que a Tropicália possui.

A previsão é de que a estufa seja construída em 2024 na costa de Côte d'Opale, no norte da França. O local oferecerá aos visitantes a possibilidade de conhecer um ambiente de uma floresta tropical de 20.000 m², coberto por uma cúpula de 35 metros de altura. Com temperatura interna ventilada de 26°C, o espaço acomodará uma grande variedade de pássaros, borboletas, peixes, répteis e plantas exóticas.

Via Casa Vogue

sexta-feira, 4 de junho de 2021

DERIVA DO BEM 2021

Em 2021 estão programadas algumas ações para a celebração, então fique ligado em nossas redes sociais. Venha conosco nesse passeio fotográfico, revivendo cada momento, respire fundo e sorria. 

E se você participou de alguma edição e não compartilhou conosco as 5 fotografias e o depoimento, sempre é tempo. Envie suas fotografias, depoimentos, e não se esqueça de nos dizer qual edição você está registrando. 

Aguardamos seu email: derivadobem@gmail.com


Projeto Sede do Instituto Favela da Paz está na Bienal de Veneza


A 17ª Mostra Internacional de Arquitetura da Bienal de Arquitetura de Veneza (La Biennale di Venezia), na Itália, teve início no dia 22 de maio e seguirá até 21 de novembro. Nesta edição, um projeto social brasileiro que integra arquitetura, arte e sustentabilidade estará em exposição neste que é o maior evento arquitetônico do mundo sob o Tema Time Space Existence.

Trata-se da construção da Nova Sede do Instituto Favela da Paz – IFP e a requalificação do seu entorno no bairro Jardim Ângela, no extremo sul da cidade de São Paulo-SP. Quem está liderando esse projeto é o escritório de arquitetura Atelier O’R.

O que tem de inovador? A requalificação urbana que tem como foco estimular uma sensação de pertencimento na comunidade local despertando a consciência de que o espaço publico é de todos e é importante entendê-lo como ambiente a ser cuidado, renovado e preservado.

“Com novas ferramentas tecnológicas, arte, design e estratégias sustentáveis, integramos a favela na cidade de forma a reduzir a discriminação paralisante que existe ali e romper com a linha divisória que marginaliza quem está do lado da favela, para o lado da cidade”, explica a arquiteta que está à frente dessa proposta, Patrícia O’Reilly.

Com o tema “Transformar a Utopia da Favela à Cidade em realidade”, o objetivo é oferecer um espaço urbano e arquitetônico propício à formação de mão de obra sustentável e geração de renda. Modelo que pode ser replicado em outras regiões do país e internacionalmente.

Segundo ela, além de requalificar o entorno e promover a inclusão social de centenas de pessoas, há um foco na valorização cultural, saudabilidade e sustentabilidade, com uma forma disruptiva de apresentar a sustentabilidade na cidade.

Cidade e Natureza

A sede está sendo pensada para, entre outros aspectos, integrar a natureza na cidade. As paredes verdes e os telhados verdes vão captar água da chuva para reuso na própria sede com diversos usos, como irrigação do paisagismo nativo, cultivo de horta. Haverá ainda a formação de profissionais que poderão trabalhar com agricultura urbana, por exemplo.

“A Bienal é uma oportunidade única de levarmos para fora novas técnicas de reconstrução do espaço urbano considerando a urgência de reinserir espécies vegetais nas cidades, reduzindo o efeito ilha de calor. Um exemplo é o Sistema Construtivo que, justamente, integra muros verdes, sistemas de captação de água, tratamento de esgoto e telhados verdes”, ressalta João Manuel Feijó, engenheiro agrônomo e especialista em Design biofílico da Ecotelhado.

Com foco em transformar o espaço público degradado em um ambiente agradável para viver, estudar e conviver, o projeto recebeu, em fevereiro, o 1º Lugar no Prêmio e Fórum SP de Inovação Tecnológica no Esporte, Saúde, Lazer e Construção 2021, realizado pela Federação Nacional das Entidades do Terceiro Setor.

Bienal Veneza

O público pode conferir vídeos e a maquete da Nova Sede do Instituto Favela da Paz no Palazzo Mora, pela curadoria do New York International Contemporary Art Society com organização do ECC – European Cultural Centre e Saphira & Ventura Gallery.

Via Ciclo Vivo