quinta-feira, 24 de setembro de 2020

Estudante idealizadora da primeira casa impressa em 3D do Brasil vai representar o país na Rússia


Com uma proposta de melhorar as condições de moradia social no Brasil por meio da impressão 3D, a estudante Juliana Martinelli, aluna do curso de engenharia elétrica do UniCEUB (Centro de Ensino Unificado de Brasília) foi selecionada para representar o Brasil no evento "Incubadora de Negócios Internacional da Juventude" dos BRICs, que acontecerá neste mês de setembro na Rússia. A estudante de 28 anos é uma das responsáveis pelo desenvolvimento da tecnologia utilizada na construção da primeira casa impressa em 3D do Brasil e é a única mulher entre os cincos selecionados para integrar a Comissão da Juventude do BRICs.

Construída em somente 48 horas, a casa de 66 m² foi impressa neste ano utilizando uma tecnologia idealizada pela InovaHouse3D, uma startup universitária fundada em 2015 por Juliana e mais cinco amigos, também estudantes de engenharia elétrica, que deixaram o projeto em 2018. Juntos, eles foram responsáveis por projetar a primeira máquina de impressão 3D em concreto da América Latina.

A repercussão do projeto fez com que os estudantes fossem convidados para eventos e palestras em universidades de todo o país. Durante uma apresentação no Rio Grande do Norte, Juliana conheceu os estudantes de engenharia civil — que hoje são engenheiros — Allynson Aarão e Iago Felipe. Os acadêmicos potiguares, responsáveis pela fundação da empresa 3DHomeConstruction, começaram a trabalhar em parceria com a InovaHouse3D para que a primeira casa impressa no Brasil fosse construída. Além disso, eles contaram com o auxílio e o investimento feito pelo professor universitário André Dantas. "Eles aumentaram o tamanho da nossa máquina, melhoraram o sistema de bombeamento e, com a ajuda do professor, foram capazes de tirar esta ideia do papel", relatou Juliana em entrevista à Casa Vogue.

Mais detalhes, Confira!

Via Casa Vogue

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