sábado, 10 de abril de 2021

Pintura oculta é descoberta em quadro de Picasso



Pablo Picasso é considerado um dos maiores nomes da pintura em todos os tempos. Até hoje novas descobertas continuam sendo feitas em suas obras. Dessa vez, encontraram um desenho escondido no quadro abstrato “Natureza Morta”, pintado em 1922.

A descoberta foi feita por uma equipe do Instituto de Arte de Chicago, que estava olhando de perto a pintura. O objetivo principal era entender as diferentes camadas de tinta aplicadas na obra, principalmente nas regiões onde parece estar enrugada.

Assim, utilizaram raios X e infravermelho, encontrando “uma jarra, uma caneca e um objeto retangular que pode ser um jornal”, diz o artigo publicado recentemente e que revela a descoberta. Todos eles sobre o que possivelmente é uma mesa ou um assento de cadeira.

Picasso adorava pintar sobre obras prontas

Conforme a equipe, Picasso tinha gosto por pintar sobre obras anteriores. Ainda assim, era mais comum que seus novos traços fossem feitos para compor os trabalhos anteriores. Mas, especificamente neste caso o pintor utilizou uma espessa camada branca de tinta, antes de fazer a obra abstrata.

“Isso parece um tanto incomum na prática de Picasso, pois ele costumava pintar diretamente sobre composições anteriores, permitindo que as formas subjacentes aparecessem e influenciassem a pintura final”, escreveu a equipe.

Dessa forma, o bloqueio de Picasso impediu a visualização de detalhes da pintura anterior. De fato, a equipe acredita que o desenho oculto é do pintor, já que é semelhante a uma obra exposta no Museu de Arte de Gotemburgo, na Suécia.

Os segredos por trás de “Natureza Morta”

A pintura “Natureza Morta” carrega a data de 4 de fevereiro de 1922. Segundo a equipe, ele entregou a obra para Gertrude Stein, que era sua amiga e importante patrocinadora da arte moderna no início do século XX.

Provavelmente a obra foi desenvolvida entre o fim de 1921 e o começo de 1922. Assim, o artista detalhou objetos 3D em diferentes planos geométricos e em variados pontos de vista. O trabalho foi pintado durante a fase linear ou cubista.

A pesquisa indicou que além dos desenhos ocultos, a imagem passou por tentativas de conservação e restauração, com a utilização de uma resina acrílica e tinta colocada em rachaduras na superfície. Isso contribuiu para a conservação moderna, já que foi possível conhecer as cores originais da pintura.


Via Socientífica

sexta-feira, 9 de abril de 2021

Maior projeto de Energia Solar do mundo será construído na Austrália


A maior usina de energia solar do mundo será construída na Austrália, como parte de um grande projeto renovável. No entanto, a energia gerada não será aproveitada pelo próprio país – ela será transportada para além do mar por meio de cabos.


Da Austrália para Cingapura

A construção solar será tão grande que poderá ser vista até do espaço. O projeto terá cerca de 10 GW de potência instalada, numa área de 15 000 hectares, correspondente a quase 20 000 campos de futebol. A instalação ficará no norte do país e terá custo de AUD$ 20 bilhões.

Apesar de todo o investimento, a energia terá outro destino que não a própria Austrália. O projeto também conta com a construção do maior cabo submerso do mundo, de 4.500 quilômetros, que exportará eletricidade direto para Cingapura por meio de uma rede de corrente contínua de alta tensão (HVDC).

Além disso, para que todo o sistema funcione, a empresa de energia de Cingapura deverá também construir a maior bateria do mundo, localizada em Darwin. A energia irá abastecer Darwin e terá como fim Cingapura, por meio do cabo submarino. Espera-se então que o projeto possa fornecer energia para mais de 1 milhão de pessoas – cerca de 20% da população do país.

O ministro chefe do norte da Austrália, Michael Gunner, já deu o seu apoio ao projeto. De acordo com ele, não há lugar melhor no mundo para liderar a revolução renovável.

A construção está prevista para começar em 2023, com a geração de energia prevista para 2026. Se o projeto der certo, pode enfim demonstrar o compartilhamento internacional de energias renováveis, para além de até oceanos. É, inclusive, uma maneira de aumentar o poder competitivo delas, para que possam entrar mais ainda no mercado.

Seria o futuro?

A energia solar, associada à energia fotovoltaica, é a geração de energia elétrica usando a luz do sol como fonte de energia. A luz do sol, captada por painéis solares, pode gerar corrente elétrica para utilização em residências, comércios e indústrias. Essa energia tem a vantagem de ser limpa e renovável, proveniente de uma fonte considerada inesgotável para nós.

Hoje o estudo na área de energia está bem intenso devido à crescente diligência por um futuro mais sustentável e focado em energias renováveis e alternativas. Portanto, a exigência do desenvolvimento tecnológico mantendo o compromisso com as gerações futuras é imprescindível e inevitável.

Nesse cenário, energias renováveis como a solar têm ganhado destaque, se tornando mais competitivas. A energia solar representa assim uma das três formas de energia renovável emergentes no mercado, em conjunto com a energia eólica e a biomassa.


Via Socientífica

quinta-feira, 8 de abril de 2021

Museu do Louvre disponibiliza toda a sua coleção de arte para download gratuito


O Louvre, na França, é o maior museu de arte do mundo e abriga algumas das mais famosas obras de todos os tempos. Inaugurado no século 18, recebe milhões de visitantes anualmente. Mas, devido à pandemia da Covid-19, não só as viagens estão proibidas, como o Louvre está com as portas fechadas temporariamente.

A boa notícia é que a instituição está disponibilizando todo o seu acervo de arte gratuitamente na internet. “Pela primeira vez, toda a coleção do Louvre está disponível online, incluindo as obras em exibição no museu, as emprestadas a outras instituições francesas e as que estão armazenadas”, diz o comunicado à imprensa.

Ao todo, são mais de 480 mil obras de arte que fazem parte do acervo do Louvre. Ao entrar no site, é possível explorar as coleções por tipo de trabalho: mobília, têxteis, joias e adornos, escritos e inscrições, objetos, esculturas e, claro, pinturas. O download das obras está liberado, basta clicar no ícone de seta, localizado abaixo da imagem.

Entre as obras mais famosas do Louvre, estão o quadro “A Liberdade Guiando o Povo” (1830), de Eugène Delacroix; a escultura “Vênus de Milo” (130 a.C.), de Alexandre de Antioquia; a pintura “Mulher com Espelho” (1515), de Ticiano Vecellio; e a famosa Gioconda, ou Mona Lisa (1503), de Leonardo da Vinci. 

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Via ArchDaily

quarta-feira, 7 de abril de 2021

12 Exposições virtuais gratuitas sobre cidades e urbanismo






Confira a seguir uma seleção de exposições online sobre urbanismo — disponíveis gratuitamente no Google Arts & Culture —, sobre a história do desenvolvimento de grandes cidades ao redor do mundo.

Rio de Janeiro

“Everything the Eye can See: Views of Rio de Janeiro and its Hills”, exposição do Museu Nacional de Belas Artes, apresenta uma amostra de criações artísticas a partir da valorização da serra carioca. São vistas panorâmicas que procuram abranger tudo o que os olhos podem ver.

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Berlim

“Visions of division”, do LIFE Photo Collection, reúne fotos históricas de Berlim “do bloqueio ao muro na Berlim da Guerra Fria.”

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Paris

“The Eiffel Tower in 1900” apresenta uma coleção de fotos e ilustrações do maior símbolo da capital francesa, com vistas fantásticas da cidade na época.

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Tóquio

“Famous Views of Tokyo”, do Museum of Applied Arts and Sciences, traz gravuras feitas entre 1876 e 1882, retratando cenas de Tóquio, no Japão. Também convidamos você explorar o rico acervo do Kobe City Museum, onde irá encontrar diversas referências histórica da cidade.

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Londres

O London Transport Museum faz uma seleção das 10 atrações imperdíveis do seu acervo sobre a história do transporte da capital inglesa.

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Nova York

A exposição “The West Side’s story”, do Museum of the City of New York, faz um tour pela história do Upper West Side, desde seu primeiro assentamento até a construção do Lincoln Center.

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Cidade do México

“A Tour Around Mexico City” nos convida a percorrer as ruas da capital mexicana, revisitando épocas marcantes na história da cidade através das lentes do fotógrafo Gustavo Casasola.

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Teotihuacan

Na primeira metade do primeiro milênio, Teotihuacan, localizada no Vale do México, era o centro cultural, político, econômico e religioso da antiga Mesoamérica. O de Young Museum, de San Francisco, apresenta “Teotihuacan: City of Water, City of Fire”, que revive o legado de seus cidadãos na arte e arquitetura, admirado e estudado por acadêmicos e visitantes de todo o mundo.

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Hong Kong

“Electric City – The Neons of Hong Kong”, do West Kowloon Cultural District, explora a relação de Hong Kong com seus marcantes letreiros em neon. Com início na década de 1920, os tubos eletrificados e cheios de gás de neon viveram seu apogeu entre os anos 50 e 80. Em 1964, um relatório do governo se gabava de que “um milhão de letreiros de neon iluminavam as ruas, proclamando suas mensagens em todas as cores."

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Melbourne

O Public Record Office de Victoria, estado australiano cuja capital é Melbourne, traz a exposição “Streets of Melbourne”, que conta a história do desenvolvimento urbano da cidade de Melbourne a partir das suas ruas, com materiais que abrangem o período de 1836 a 1935.

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Chicago

“Ride Around Chicago: A City in Transition”, exposição do Chicago History Museum, detalha o período de crescimento e transformação vivido pela cidade nas décadas seguintes ao incêndio de 1871.

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Budapeste

“Bridges – Ages – Budapest”, do Budapest History Museum, percorre a história da capital da Hungria através de suas pontes.

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Via ArchDaily

terça-feira, 6 de abril de 2021

Encontrada réplica do Coliseu Romano na Turquia

Arqueólogos encontraram no local da antiga cidade de Mastaura na Turquia ocidental, um grande anfiteatro circular, construído com a mesma forma distinta do famoso Coliseu romano.

Ao explorar o local da antiga cidade de Mastaura na Turquia ocidental no verão passado, os arqueólogos descobriram algo notável. Parcialmente enterrados na terra e ainda mais obscurecidos sob árvores e arbustos, eles foram capazes de identificar o contorno inconfundível de um grande anfiteatro circular, construído com a mesma forma distinta do famoso Coliseu romano.

As escavações iniciais rapidamente confirmaram a verdade. Escondida em uma área atualmente ocupada por olivais e figueiras, a equipe arqueológica da Universidade Adnan Menderes em Aydin, na Turquia, havia de fato encontrado os restos de uma réplica do Coliseu romano, que havia sido construída para abrigar espetáculos de entretenimento durante uma época em que a Anatólia (Turquia moderna) fazia parte do Império Romano. Como sua renomada réplica na capital do império, a réplica recém-fundada do Coliseu também teria sido palco de sangrentas batalhas.

Surpreendentemente, a réplica do Coliseu foi encontrada em grande parte intacta, protegida da decadência e destruição por sua cobertura de terra e vegetação.

As ruínas dos anfiteatros romanos já foram encontradas antes em território turco. Mas apenas vestígios dessas antigas estruturas permanecem, devido às forças erosivas naturais e à devastação dos saqueadores.

A réplica do Coliseu Romano da Turquia

“Não há nenhum exemplo anterior de tal anfiteatro na Anatólia e seus arredores imediatos”, declarou o arqueólogo Sedat Akkurnaz , o líder da equipe de escavação Mastaura. “É o único exemplo que sobreviveu desta forma muito sólida”.

“A maior parte do anfiteatro está sob o solo”, continuou ele. “As seções sob o solo estão muito bem preservadas. É sólido como se tivesse acabado de ser construído”.

Procurando nas seções subterrâneas do edifício, os arqueólogos encontraram muitas salas estruturalmente sólidas e bem conservadas, que teriam sido ocupadas por gladiadores, convidados importantes, administradores do local e organizadores de eventos. As entradas arqueadas e os tetos abobadados revelaram uma ligação indiscutível com o estilo de construção de assinatura dos arquitetos romanos, que estabeleceram padrões que as leais autoridades provinciais fizeram o melhor que puderam para imitar.

O desenho circular do anfiteatro Mastaura é relativamente único. A maioria dos anfiteatros romanos foi construída em meia lua ou em forma semi-circular, mas parece que os arquitetos desta estrutura particular estavam ansiosos para demonstrar sua fidelidade aos princípios clássicos de projeto estabelecidos pelos construtores do Coliseu em Roma no primeiro século DEC.

As dimensões deste edifício há muito perdido são bastante impressionantes. Ele mede aproximadamente 100 metros de diâmetro e apresenta paredes de 15 metros de altura em seus pontos mais altos. Embora seja difícil obter cálculos precisos da capacidade de assentos, Akkurnaz estima que o anfiteatro poderia ter recebido entre 15.000 e 20.000 pessoas quando estivesse completamente lotado. Isto é anão pela capacidade de 50.000 a 70.000 assentos do Coliseu em Roma, mas teria sido perfeitamente adequado para as regiões menos densamente povoadas da Anatólia.

A Dinastia Severan e a iminente decadência da Anatólia

Com base nas técnicas de cantaria e alvenaria utilizadas durante a construção, os arqueólogos concluíram que a réplica do Coliseu havia sido construída em algum tempo durante o reinado da Dinastia Severan, que governou o Império Romano de 193 a 235 DEC.

Nessa época, a pequena cidade de Mastaura fazia parte da província asiática da Anatólia e teria ficado aproximadamente equidistante entre várias cidades maiores da região. Mastaura pode ter sido designada como uma espécie de centro recreativo, onde os anatolianos poderiam assistir a lutas de gladiadores e assistir a peças de teatro ou concertos no teatro local (os restos parcialmente preservados deste último estão localizados acima do solo e foram identificados há muito tempo).

Não há como dizer com que frequência este estádio foi realmente utilizado depois que a construção foi concluída. Presumivelmente, as expectativas eram altas quando o projeto de construção foi inicialmente aprovado, uma vez que a província da Ásia era relativamente próspera no início do terceiro século. Mas depois que o último imperador Severano, Severus Alexandre, foi assassinado por suas próprias tropas em 235, todo o Império Romano entrou em um período de crise extrema que estava destinado a ter um impacto profundo em suas propriedades na Anatólia.

Nos 50 anos após a morte de Severus Alexandre, 26 homens diferentes reivindicaram o trono do Imperador. A crise de legitimidade e a consequente desordem que envolveu o sistema político romano após a queda da Dinastia Severan foi tanto uma causa como um sintoma da Crise do Século III, que quase levou à dissolução permanente do Império.

A decadência do Império Romano e a réplica do Coliseu

A cascata de problemas que atingiu os romanos e os anatólicos incluiu invasões bárbaras, guerra civil e agitação, rebeliões camponesas e a peste Antonina do sarampo ou varíola que varreu as terras romanas e deixou milhões de cadáveres no seu rastro.

Esta confluência de fatores, mais a má administração política em geral, mergulhou o Império em uma prolongada depressão econômica que causou um grande declínio nas fortunas das cidades da Anatólia e da província da Ásia em particular. Esta região do Império nunca mais esteve perto de igualar seu pico de prosperidade, e no quarto século foi dividida em várias províncias menores.

O anfiteatro de Mastaura foi obviamente construído com a expectativa de que os bons tempos continuariam. Dados os problemas econômicos que assolaram a região pouco tempo após sua conclusão, este grande edifício pode ter ficado vazio e sem uso durante boa parte do tempo, uma vez que os espetáculos a que foi projetado para hospedar teriam sido muito caros para os promotores com recursos financeiros para patrocinar. Na era pós-Severana, economicamente desafiada, esta estrutura recém construída pode ter sido descartada como um desperdício e um sinal de decadência romana.

Trabalho de Preservação a continuar nos próximos meses

Durante o restante de 2021, os arqueólogos que desenterraram o anfiteatro Mastaura iniciarão trabalhos de conservação e preservação em suas seções mais vulneráveis.

“Há rachaduras nas paredes do edifício e algumas pedras de alvenaria estão caindo”, explicou Akkurnaz. “Em abril, vamos primeiro conservar as paredes do edifício, protegendo o edifício contra a decadência e a deterioração”.

Após esse processo estar concluído, Akkurnaz e sua equipe lançarão uma série de levantamentos geofísicos no local, para obter mais informações sobre o aspecto da estrutura no subsolo.

Além do apoio que estão recebendo do governo local da cidade vizinha de Nazilli, os arqueólogos também estão cooperando estreitamente com o Ministério da Cultura e Turismo da Turquia neste importante projeto de escavação.

Via Socientífica

segunda-feira, 5 de abril de 2021

No Piauí, maior usina solar da América do Sul cresce ainda mais

A Enel Green Power, subsidiária de energia renovável da Enel, começou as operações comerciais da nova seção da usina solar de São Gonçalo do Gurguéia, no Piauí. A usina é a primeira da Enel no Brasil a usar módulos solares bifaciais, que captam energia de ambos os lados dos painéis. A expectativa é que a geração de energia aumente em até 18%.

A expansão, que começou a ser construída em 2019, teve um investimento de R$ 422 milhões. O valor total de todas as ampliações feitas foi de R$ 1,4 bilhão. Atualmente, o parque de São Gonçalo é composto por 2,2 milhões de painéis solares e é o maior campo de energia solar de toda a América do Sul.

“Apesar dos desafios impostos pelo cenário atual, iniciamos recentemente a construção de 1,3 GW de capacidade renovável no Brasil, incluindo uma nova seção de 256 MW do parque solar São Gonçalo”, afirmou Salvatore Bernabei, CEO da Enel Green Power.

Segundo comunicado da empresa, a inauguração da usina foi adiantada para um ano antes do estabelecido pela licitação vencida pela Enel em 2017. Com mais essa operação, a Enel tem uma capacidade instalada no Brasil de 2,9 GW em energias renováveis, sendo 1.269 MW em usinas hidrelétricas, 845 MW em campos fotovoltaicos e 782 MW em fonte eólica.

Futuro

A Enel também tem planos de criar uma rede de carregamento de carros elétricos no Brasil. A companhia italiana de energia vai criar uma rede própria de carregamento nos centros urbanos, com 250 pontos de recarga em 10 estados e 23 cidades do país. A iniciativa é uma parceria com a rede de estacionamento Estapar.

Via Tec Mundo

domingo, 4 de abril de 2021

Entenda o motivo de Los Angeles pintar suas ruas de branco



A Cidade dos Anjos é um dos únicos lugares nos Estados Unidos onde as mortes relacionadas ao calor ocorrem regularmente durante o inverno. Este risco de saúde pública só deverá piorar à medida que as mudanças climáticas ganharem forças nas próximas décadas.

Localizado em um vale do deserto e dominado por estradas de asfalto para facilitar sua mobilidade, LA é extremamente vulnerável – e, felizmente, inovadora. A extensa paisagem urbana de cerca de 4 milhões de pessoas (mais de 13 milhões na área metropolitana) começou a pintar suas ruas de branco, na esperança de usar as propriedades naturais refletindo assim o calor para reduzir a temperatura e fazer de LA um lugar mais saudável para se viver.

Los Angeles e muitas outras cidades ao redor do mundo, sofrem com o que se denomina efeito da ilha de calor urbano, em que a densa infra-estrutura e atividade da cidade gera calor além do que normalmente poderia ser esperado com base no clima da região. Para combater este efeito, Los Angeles está cobrindo suas ruas com o CoolSeal, uma pintura de cor clara que já produziu resultados positivos. “Descobrimos que, em média, a área coberta com CoolSeal é 10 graus mais fria do que o asfalto preto no mesmo estacionamento”, disse Greg Spotts, o diretor assistente do Bureau of Street Services para o Vale de San Fernando, um dos pontos mais populares da Grande LA.

Moradores de LA esperam que as ruas mais frescas resultem em casas mais frescas, o que, por sua vez, mantém os custos da energia e os riscos para a saúde baixos. “Nem todo mundo tem recursos para usar ar condicionado, então há preocupação de que algumas famílias de baixa renda sofrerão” se algo não for feito para contrariar o aumento do calor”, disse Alan Barreca, professor de ciência ambiental da Universidade da Califórnia em Los Angeles.

“O pavimento [tratado legalmente] proporcionaria benefícios a todos”. O revestimento, que custa US$ 40.000 por milha e dura sete anos, será aplicado às ruas em um programa piloto antes de ser aplicado em toda a cidade. Seu futuro parece brilhante e solucionar muitos problemas com o calor.


Via Engenharia É

sábado, 3 de abril de 2021

EUA terão bairro com todas as casas impressas em 3D

Um bairro inteiro formado somente por casas “construídas” em impressoras 3D vai tomar conta da paisagem desértica da cidade de Rancho Mirage, perto de Los Angeles, na Califórnia (Estados Unidos), em breve.

O empreendimento, que será erguido em uma área de 20 mil m² e terá 15 casas impressas, surgiu por meio de uma parceria entre o grupo de desenvolvimento imobiliário sustentável Palari e a empresa de tecnologia de construção Mighty Buildings. Será o primeiro “bairro impresso” dos EUA.

Cada uma das casas impressas em 3D contará com três quartos e dois banheiros, na residência principal, e mais dois quartos e um banheiro no imóvel secundário, além de quintal com piscina. Os proprietários podem customizar a moradia, adicionando banheiras de hidromassagem, área de lazer e lareira, entre outras coisas. Já a arquitetura segue o estilo moderno, de meados do século passado.

Os interessados em comprar uma casa no bairro formado por casas impressas em 3D na Califórnia terão que desembolsar pelo menos US$ 595 mil, o equivalente a R$ 3,3 milhões pela cotação do dia, valor da moradia padrão. Mas os preços podem chegar a até US$ 950 mil (R$ 5,3 milhões), dependendo da personalização.

Casas impressas em menos de 24 horas

Responsável pela construção do bairro, a Mighty Buildings tem impressoras 3D do tamanho de uma garagem para imprimir as casas. Os imóveis são feitos utilizando material de rápido endurecimento, permitindo adicionar telhado, camadas de isolamento e outras partes em um mesmo processo.

Segundo a empresa, 80% do procedimento é automatizado, reduzindo o prazo de entrega em 95% e os desperdícios de uma construção convencional em 10 vezes. Uma casa de pouco mais de 100 m² pode ser construída em menos de 24 horas, dependendo da sua configuração.

Após a impressão, a casa é transportada em caminhões até a cidade onde ficará o bairro inovador, para ser instalada.


Via Tec Mundo

sexta-feira, 2 de abril de 2021

Concurso de ideias “Habitação de Interesse Sustentável” recebe inscrições até 26/04




Estão abertas, até 26 de abril, as inscrições para o concurso “Habitação de Interesse Sustentável”, promovido pela empresa de cooperação governamental alemã GIZ (Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit) e organizado pelo IAB-DF. As propostas podem ser enviadas até 14 de maio.

O foco do certame, que conta com apoio da Secretaria Nacional de Habitação e da Associação Brasileira de Cohabs, são os aspectos técnicos de eficiência energética, sustentabilidade, industrialização na construção e replicabilidade.


Três propostas serão consideradas vencedoras, ou seja, classificadas simultaneamente em 1º lugar.

O total de recursos em premiações e contratos é de R$ 459.900,00, assim divididos:

R$20.000,00 para cada um dos seis finalistas (totalizando R$120.000,00 em prêmios);

Contrato de R$113.300,00 para cada um dos três projetos vencedores do 1º lugar (totalizando R$339.900,00 em contratos).


Cronograma

Inscrições: 16/03 a 26/04/2021

Envio dos projetos: 12/05 a 14/05/2021

Análise das propostas pela Comissão Consultiva: 17/05 a 19/05/2021

Avaliação pela Comissão Julgadora: 20/05 a 22/05/2021

Divulgação do resultado: 24/05/2021

Via CAU-GO

Conceito de parede térmica promete aposentar ar-condicionado

Quando falamos em refrigeração ambiente, o ar-condicionado e o ventilador ainda são os aparelhos que mais usamos, certo? O problema é que o primeiro costuma levar às alturas a conta de luz, enquanto o segundo geralmente funciona com aquele barulho muito irritante. Mas o pessoal do IAAC está desenvolvendo um produto que promete acrescentar mais uma alternativa para amenizar o calor.

Trata-se da cerâmica de hidrogênio, um novo material que interage com a temperatura atmosférica, resfriando o ambiente em dias de calor e aquecendo-o no inverno.

Bolhas carregadas

Batizado de hidrocerâmica, o novo material de construção é formado por bolhas de hidrogel que interagem com o meio ambiente. O que é hidrogel? Hidrogel é um insumo tecnológico com capacidade de absorver até 400 vezes sua massa em água.

De acordo com o site de inivações Springwise, o novo material pode ser ‘carregado’ por água e, em dias de calor, evaporar o líquido refrescante para o ambiente interior.

Em sentido oposto, quando chove e a temperatura torna-se mais amena, as bolhas de hidrogênio são carregadas novamente de água e isolam a parede.

Bom, a ideia ainda é um conceito, mas vamos torcer para que nos próximos anos, você encontre essa parede que refrigera sua casa na loja de materiais de construção mais próxima.


Via Engenharia É

quinta-feira, 1 de abril de 2021

Startup vai lançar bike com pneus da NASA que não furam



Ter o pneu furado durante um passeio de bicicleta já é chato, quando o veículo é usado para locomoção ao trabalho é ainda pior. Mas já há tecnologia disponível para criar pneus que nunca furam e uma startup na Califórnia está desenvolvendo um modelo de bicicleta com a inovação.


Batizado de METL, o pneu futurístico é feito com um material leve e superelástico conhecido como NiTinol +. Quando dobrado, instantaneamente volta à sua forma original. Ele não precisa de ar para rodar, é elástico como borracha, mas forte como titânio. 


De acordo com a startup SMART, o pneu METL possui 7 benefícios: 

Seguro – Elimina a possibilidade de falha de punção

Forte – Pode suportar deformação excessiva

Robusto – Pode ser configurado para alta tração em vários terrenos

Simples – Elimina a necessidade de ar

Versátil – A rigidez do pneu pode limitar a energia transferida para o veículo

Leve – Não é necessária estrutura interna para o conjunto pneu / roda

Limpo – Ecologicamente correto, sem grandes desperdícios de pneus


Utilizando materiais de longa duração, a empresa também afirma que reduzirá o uso de elastômero ou paredes laterais e invólucros de borracha.

O projeto está sendo desenvolvido em parceria com a Nasa, a Agência Espacial estadunidense que originalmente desenvolveu e testou o material SuperElastic Tire para futuras missões lunares e em Marte. Anteriormente, eram usados pneus de alumínio finos que eventualmente sofreram rachaduras e buracos devido ao terreno difícil de Marte.

Ao contrário do que sugere as imagens de divulgação do protótipo, o pneu será envolvido em um material de borracha e poliuretano – nenhum metal estará em contato direto com o solo.

Fundada em 2020, a SMART Tire Company também está trabalhando com a empresa de micromobilidade Spin, que faz parte da Ford, para desenvolver pneus para scooters elétricos. Além de uma parceria com a marca de bicicleta Felt Bicycles. Tais cooperações ajudarão em pesquisas, análise de dados, ciência de materiais e desenvolvimento de novos produtos.

A startup afirma estar ciente de que serão necessários mais testes para o produto chegar a veículos de 4 rodas, por isso a estratégia inicial é lançar a bicicleta. Mas, a longo prazo, almeja ser a Tesla da indústria de pneus. “Sabemos que estamos a poucos anos de um produto que está pronto para revolucionar toda a indústria automotiva, em escala global”, garante.

Com o mote “Reimaginando a roda, reinventando o pneu”, a startup lançará a bicicleta com os pneus METL em 2022.

Via Ciclo Vivo

quarta-feira, 31 de março de 2021

Vigas de plástico impressas em 3D são mais fortes que aço e concreto

Engenheiros da Universidade Politécnica de Valência, na Espanha, desenvolveram vigas de plástico com impressão 3D mais resistentes do que as de aço e concreto. Além da resistência elevada, a criação também apresenta maior versatilidade. Isso porque as vigas são fabricadas em pequenos blocos fáceis de transportar e que são montados no local — lembrando um pouco blocos de Lego.


Sua versatilidade possibilita que a instalação seja feita até mesmo nos locais de difícil acesso. Aliás, embora não possuam componentes metálicos, as vigas de plástico são reforçadas com elementos que oferecem rigidez à estrutura. Conforme os engenheiros, esse fator gera inúmeros benefícios técnicos.

O principal deles é o peso: 80% menor do que vigas metálicas ou de concreto, dispensando a necessidade de guindastes e caminhões para o transporte e instalação. Isso, por si só, gera economia de tempo e dinheiro, tanto em material quanto em mão de obra.

"Nosso objetivo era propor uma alternativa às atuais vigas de concreto armado. Elas são feitas com perfis construídos ao longo do comprimento da peça, que exigem instalação cara e são de difícil transporte," contou o professor e coordenador da equipe, José Ramón Albiol. Vale lembrar que, por serem de plástico, as vigas ainda colaboram para a reciclagem, colaborando para construções mais sustentáveis.

Vigas 3D com estrutura alveolar

Conforme explicam os criadores, a base do sistema está no formato dos perfis poliméricos das vigas. "É uma estrutura alveolar, que permite diminuir a quantidade de plástico utilizado — e, portanto, seu peso — mantendo a rigidez estrutural”, afirma Albiol.

Essa estrutura foi inspirada nos ossos humanos ao redor da epífise, que possui uma camada de osso esponjoso com disposição trabecular (o que também chamamos de estrutura alveolar) e uma camada externa de osso compacto.

"É isso que transferimos para estas vigas revolucionárias, especificamente para os seus perfis. É um sistema natural muito inteligente e a sua reprodução nestas vigas tira proveito dele, com um baixo peso estrutural e capacidade mecânica muito elevadas", completou o pesquisador.


Via Tec Mundo

sexta-feira, 26 de março de 2021

Fita métrica com lápis embutido permite que você marque conforme você mede

Você já pensou o quão eficiente seria se sua fita métrica tivesse uma caneta de marcação embutida? Os inovadores da QuickDraw não apenas pensaram, mas também criaram essa fita de medição e marcação automática.

QuickDraw é uma fita métrica de 7 metros com um grafite que marca a superfície que você está medindo. É muito conveniente usar e economizar muito tempo. 

O produto é fácil de usar. Você simplesmente pega a fita e coloca na superfície ou no objeto que você pretende medir. A fita tem marcas vermelhas alinhadas para ajudá-lo a conhecer a posição da marca.

Basta mover a fita para a esquerda ou para a direita quando você chegar ao ponto de marcação e pronto, você marcou a superfície sem usar qualquer lápis. A parte inferior da fita está equipada com um de grafite que rastreia uma linha reta.

O QuickDraw não possui apenas o marcador, mas é projetado para otimizar a marcação precisa e conveniente. A frente da fita é estampada com um indicador TruView em forma de cunha. Este indicador elimina o efeito de paralaxe e permite que você marque a superfície no mesmo ponto que você quiser.

A trava de freio de borracha na parte superior é projetada para medições mais cautelosa. Ela trava a fita em qualquer posição desejada e poupa o problema de lembrar a medida. Também é útil quando você pretende marcar a mesma medida de forma repetitiva em diferentes lugares.

A fita vem com grafite 4D de 9 mm que podem marcar diferentes tipos de superfície. Cada grafite pode fazer mais de 1000 marcas e a recarga é simples.

Via Engenharia É

quinta-feira, 25 de março de 2021

Faça tours por famosos museus brasileiros sem sair de casa!



Ficar de quarentena dá uma saudade e tanto dos rolêzinhos culturais, né? Estamos com o mesmo sentimento! Para acalentar os corações que não abrem mão de um passeio por museus e suas exposições, a Agenda Catraca Livre preparou uma lista de famosos museus de São Paulo, do Rio e de outros estados onde é possível fazer tours virtuais!

Você pode conhecer mais de 20 museus nacionais no Google Arts & Culture. A plataforma oferece, de forma digitalizada, passeios online por dentro das galerias – e, acredite se quiser, você ainda pode visualizar obras raras em alta definição!

Para descobrir quais são os museus e os acessos, Vale o Clique!

Via Catraca Livre

quarta-feira, 24 de março de 2021

Mapa mostra pintores mais populares em cada país de acordo com dados do Google

Com viagens impossíveis de serem realizadas e museus fechados, aumentaram as buscas na internet por obras de diferentes artistas. Além disso, muitas exposições virtuais também foram realizadas ao longo de 2020, o que contribuiu até mesmo para tornar a arte mais acessível para muitas pessoas.

Assim, a loja britânica de materiais de arte Ken Bromley Art Supplies usou dados do Google para criar um mapa do mundo que mostra quais são os pintores mais populares em cada país.

De acordo com os dados, Leonardo da Vinci, conhecido por obras como “A Última Ceia” e “Mona Lisa”, pode ser considerado o pintor mais popular do mundo, ficando em primeiro lugar em 82 países. A pintora mexicana Frida Kahlo é a segunda mais famosa, sendo a mais popular em 29 países, incluindo o Brasil.




O top 3 é fechado com o artista holandês Vincent van Gogh, favorito em 24 países. 



Embora seja a artista mais popular no Brasil, Frida Kahlo não é destaque em toda a América do Sul. Artemisia Gentileschi é a pintora que mais se destaca entre os países sul-americanos. As duas, inclusive, são as duas únicas mulheres a entrar no ranking.

Banksy é o artista que faz sucesso em sua própria casa, no Reino Unido, além de ser destaque em outros países europeus como França e Holanda.

A elaboração dos mapas levou em conta os dados analisados ​​pela Ken Bromley em fevereiro de 2021, usando o planejador de palavras-chave do Google. Nem todos os países tinham dados suficientes para serem apresentados, portanto, a loja incluiu apenas os países com dados suficientes para analisar.

Para conferir com todos os mapas, Vale o Clique!

Via B9

terça-feira, 23 de março de 2021

Nova tecnologia solar torna as células dobráveis uma realidade prática



Com o recente desenvolvimento de telas dobráveis ​​para telefones celulares, a pesquisa em eletrônicos dobráveis ​​nunca foi tão intensa. Uma aplicação particularmente útil da tecnologia dobrável é em painéis solares.

As células solares atuais estão restritas a painéis rígidos e planos, que são difíceis de armazenar em grande número e integrar-se aos aparelhos do dia-a-dia, incluindo telefones, janelas, veículos ou dispositivos internos. Mas, um problema impede que essa tecnologia formidável surja: para serem integradas a esses itens, as células solares precisam ser dobráveis, dobrar à vontade repetidamente sem quebrar. Os materiais condutores tradicionais usados ​​em células solares carecem de flexibilidade, criando um grande obstáculo no desenvolvimento de células totalmente dobráveis.

Um requisito fundamental para um condutor dobrável eficiente é a capacidade de suportar a pressão de dobra em um raio muito pequeno, mantendo sua integridade e outras propriedades desejáveis. Resumindo, é necessário um material condutor fino, flexível, transparente e resiliente. O professor Il Jeon, da Universidade Nacional de Pusan, na Coréia do Sul, explica: “Ao contrário da eletrônica meramente flexível, os dispositivos dobráveis ​​estão sujeitos a deformações muito mais severas, com raios de dobramento tão pequenos quanto 0,5 mm. Isso não é possível com substratos de vidro ultra-finos convencionais e óxido de metal condutores transparentes, que podem ser flexíveis, mas nunca totalmente dobráveis.”

Felizmente, uma equipe internacional de pesquisadores, incluindo o Prof. Jeon, encontrou uma solução, em um estudo publicado na Advanced Science. Eles identificaram um candidato promissor para atender a todos esses requisitos: filmes de nanotubo de carbono de parede única (SWNT), devido à sua alta transparência e resiliência mecânica. O único problema é que os SWNTs lutam para aderir à superfície do substrato quando a força é aplicada (como dobra) e requer dopagem química. Para resolver este problema, os cientistas embutiram a camada condutora em um substrato de poliimida (PI), preenchendo os espaços vazios nos nanotubos.

Para garantir o máximo desempenho, eles também “doparam” o material resultante para aumentar sua condutividade. Ao introduzir pequenas impurezas (neste caso, elétrons retirados para óxido de molibdênio) na camada de nanocompósitos SWNT-PI, a energia necessária para que os elétrons se movam pela estrutura é muito menor e, portanto, mais carga pode ser gerada para uma determinada quantidade de corrente.

O protótipo resultante excedeu em muito as expectativas da equipe. Com apenas 7 micrômetros de espessura, o filme composto exibiu excepcional resistência à flexão, quase 80% de transparência e uma eficiência de conversão de energia de 15,2%, a maior já alcançada em células solares usando condutores de nanotubos de carbono! Na verdade, como apontado pelo Prof. Jeon, “os resultados obtidos são alguns dos melhores entre aqueles relatados até agora para células solares flexíveis, tanto em termos de eficiência quanto de estabilidade mecânica”.

Com este novo avanço na tecnologia solar, só podemos imaginar como serão os painéis solares da próxima geração.

Via Engenharia É

segunda-feira, 22 de março de 2021

Bairro em El Salvador é construído só com casas impressas em 3D

Quando usamos a tecnologia para o bem podemos simplesmente transformar a realidade de muitas pessoas, e isso está acontecendo em diversos lugares do mundo. Cada dia tem mais projetos incríveis usando a tecnologia para ajudar muitas pessoas.

Um desses projetos incríveis é o de El Salvador, na América Central. Sabemos que as casas levam um tempo considerável para ficarem prontas e altos custos, afinal, além do material tem a mão de obra também.

Mas se depender da tecnologia as coisas em breve serão bem diferentes. Em El Salvador, um bairro inteiro para famílias de baixa renda será construído a partir da tecnologia 3D. Lá, cada casa terá em média 35 metros e levará apenas 48 horas para ser construída.

Quem desenvolveu o protótipo desta casa popular foi uma organização sem fins lucrativos que constrói casas para pessoas de baixa renda em países em desenvolvimento, a New Story, que foi apresentada ao público, no festival SXSW – South by Southwest.

Via Engenharia É

domingo, 21 de março de 2021

Startup cria tijolos resistentes a partir da reciclagem de plástico

Já sabemos o quanto o plástico, em especial aqueles que são utilizados apenas uma vez e logo descartados, são prejudiciais para o meio ambiente. Agora imagine que, ao invés de jogá-los em oceanos e criar os bolsões de lixo que estamos criando, nós pudéssemos reaproveitar esse material para resolver o problema de moradia?

Com a missão de utilizar soluções inovadoras para criar materiais de construção civil acessível, bonito e sustentável, a startup Gjenge Makers conseguiu encontrar a solução de dois problemas em um produto: tijolos resistentes feitos a partir de plástico reciclado. O objetivo da empresa é promover materiais de construção de qualidade, criar oportunidades de trabalho para jovens e mulheres, fortalecer a cultura da reciclagem no Quênia e na África. O valor de venda hoje é de aproximadamente US$ 7,7 por metro quadrado.

São 10 engenheiros trabalhando em tempo integral na empresa, que já reciclou 20 toneladas de plástico e criou mais de 110 oportunidades de trabalho para coletores de materiais recicláveis, jovens e mulheres do Quênia. Conheça os diferentes modelos do produto final aqui.

A fundadora da startup, engenheira Nzambi Matee, explica que a ideia surgiu a partir de sua experiência em ciências naturais e vontade de criar alternativas para resolver a questão da moradia na África, que hoje é pouco acessível para a população. “Geralmente a empresa precisa pagar para jogar o plástico fora. Então nós resolvemos o problema dela e nossa matéria prima vem de graça”, explica a grande idealizadora do projeto.

A fábrica trabalha com três máquinas para aquecer a matéria prima, misturá-la com areia e comprimir no formato de tijolo, sua capacidade de produção é de aproximadamente 1500 tijolos por dia. Segundo Nzambi, o plástico é fibroso por natureza e, por isso, o tijolo acaba tendo uma força de compressão maior com a metade do peso de um tijolo normal, o que torna o transporte mais sustentável também. A iniciativa foi premiada pela ONU em 2020.

Via The Greenest Post

sábado, 20 de março de 2021

EXPODERIVA 2019 - BAIRRO ITATIAIA - CAROLINA SOUZA FERNANDES

"Minha primeira experiência participando da Deriva do Bem ocorreu em 2019, ano este que seria também a última realização desta, antes da pandemia. Meu primeiro ano de faculdade e primeira vez em Goiânia, onde passeando pelo Itatiaia pude entender melhor que minha posição em contato com a cidade deveria, antes mesmo de estudante de arquitetura, ser como cidadã consciente do meu pertencimento a ela. Durante a caminhada pude desvendar e conhecer de perto a vida que foi dada ao projeto tão bem pensado, de como o cotidiano percorre todas as quadras que abraçam o parque central. Acredito que a maior beleza de um projeto arquitetônico está quando este se consolida e se funde à rotina, ao urbano, à memória dos que ali passam. Com a Deriva pude enxergar com a alma, muito mais do que apenas olhar, e, assim, registrar esse único instante e tentar repassar o que foi experienciado através de uma imagem. A Deriva, e a fotografia, isso puderam me proporcionar."

Carolina Souza Fernandes







Nova calçada de plástico reciclado colhe energia do sol


Imagine um sistema de pavimentação modular colorido que encaixe “como tijolos de LEGO” , e que irá substituir os pavimentos de concretos. A startup húngara Platio projetou um sistema de pavimentação que é feito de plástico reciclado, enquanto colhe energia limpa do sol.

Platio não é a primeira empresa a criar um sistema assim. A Solar Roadways vem desenvolvendo uma idéia semelhante há anos, até mesmo obtendo financiamento do Departamento de Transportes dos Estados Unidos.

O sistema de Platio é mais direcionado para calçadas – pelo menos por enquanto – como os arquitetos e engenheiros por trás da startup tem como objetivo tornar nossas cidades mais sustentável, essa iniciativa seria de grande importância.

Para a TechCrunch, a empresa relatou que  já garantiu US$ 70.000 e vendeu mais de 1.600 metros quadrados, de seu sistema de pavimentação.

O sistema de pavimentação da Platio colhe energia do sol através de células de silício monocristalino dentro de vidro temperado. Um apoio de plástico reciclável permite que o sistema não tenha danos quando as pessoas andam sobre ele.

Os módulos de pavimento ligam-se de tal forma que não necessitam de cablagem adicional; de acordo com Platio, “As unidades são compactas e se conectam modularmente fazendo contato eletrônico sem fiação adicional por um sistemas de comunicação que se conecta automaticamente.

O pavimento teria gerado 160 watts por metro quadrado. A Platio oferece a pavimentação em três cores, e também está trabalhando para criar outro sistema inovador para colher energia a partir de passos.

A ambiciosa startup não pretende parar com sistemas de pavimentação. Sua missão final é “criar um futuro limpo e independente de energia, no qual criemos uma nova base para a vida urbana, levando em consideração as perspectivas da sociedade baseada na informação”.

Via Engenharia É

sexta-feira, 19 de março de 2021

3 Impressoras de grande formato para projetar de casa

Com a aparição do COVID-19, tivemos que nos adaptar a uma vida diferente da que estávamos acostumados, o que se refletiu em nossa maneira de trabalhar. Onde e como trabalhamos atualmente? Muitos precisaram se adaptar a trabalhar de casa e, embora para muitos tenha sido confortável, para outros significou uma mudança radical, envolvendo novas necessidades de espaço e recursos. Para arquitetos, engenheiros, construtores e empreiteiros, esse desafio tem sido bastante complexo, pois grande parte de seu trabalho envolve o manuseio de dispositivos grandes e de alto custo.




Neste artigo apresentamos 3 soluções inovadoras que substituem a tradicional e volumosa plotter, e que nos permitem imprimir em grandes formatos das nossas próprias casas.

Como geralmente contamos com um espaço muito limitado, como um pequeno escritório doméstico, o desafio é encontrar um dispositivo compacto que permita imprimir em grandes formatos. As impressoras da coleção HP DesignJet são uma alternativa acessível e adaptável a pequenos espaços, permitindo a criação de arquivos de tamanho A3/B, A1/D ou A0/E através do software inteligente HP Click, sem alterar manualmente a fonte da mídia e sem comprometer a velocidade. Tudo isso pode ser feito conectando um computador ou telefone celular ao aplicativo HP Smart.

A sustentabilidade é um valor complementar que se torna cada vez mais importante no momento de escolher um produto. As impressoras DesignJet fazem parte do programa HP Planet Partners, além de serem feitas com 30% de plástico reciclado e imprimir em papel certificado pela Forest Stewardship Council® (FSC). Por esta série de fatores, a produção destas impressoras reduz as emissões de carbono em 7,3 toneladas por ano.

A seguir, revisamos os três modelos da coleção HP DesignJet que podem orientá-lo para tomar uma melhor decisão de projetar e imprimir em sua própria casa. Embora todos os modelos sejam compactos e imprimam em grande formato, eles diferem principalmente nos objetivos do usuário.


Série HP DesignJet T200

Desenhado para pequenos espaços, este modelo dirige-se a um público universal, uma vez que sua utilização é fácil e econômica. Consiste em uma plotadora de grande formato de 24 polegadas (60,96 cm). Usando o software HP Click, este modelo permite que vários arquivos sejam impressos em alta velocidade ao mesmo tempo, sem perda de qualidade. Este dispositivo consume até 95% menos tinta na manutenção de rotina em comparação com a concorrência, permitindo imprimir 100 páginas A1/D adicionais por mês.

Dimensões (largura x profundidade x altura) 

24 polegadas: 1013 x 440 x 285 mm


Série HP DesignJet T600

Esta série foi projetada para operar projetos complexos, com maior memória e suporte nativo para HP-GL/2, sendo ideal para profissionais do mundo da construção, com foco na execução, resolução de problemas e a multitarefa. Destaca-se pela simplicidade, velocidade e resultados de elevada qualidade ao nível das linhas e gama de cores. Disponíveis em modelos de 24 polegadas (60,96 cm) e 36 polegadas (91,44 cm), tamanhos ideais para sua aplicação em vários tipos de espaços.

Dimensões (largura x profundidade x altura) 

24 polegadas: 1013 x 605 x 932 mm

36 polegadas: 1317 x 605 x 932 mm


Série HP DesignJet Studio

Para profissionais que trabalham na área de design e arquitetura, é difícil separar a funcionalidade da estética. Portanto, é ideal que a ferramenta de impressão também seja um elemento de design que se integre harmoniosamente ao espaço de trabalho. Disponível nos modelos de 24 pol. (60,96 cm) e 36 pol. (91,44 cm), a impressora HP DesignJet Studio é um caso que atende a desempenho e design. Trata-se de uma impressora de grande formato com frente elegante em branco e um acabamento que simula madeira ou aço, que ao mesmo tempo se destaca pela rapidez, qualidade, facilidade de uso e sustentabilidade certificada pela CarbonNeutral®.

Dimensões (largura x profundidade x altura)

24 polegadas: 1013 x 555 x 932 mm

36 polegadas: 1317 x 555 x 932 mm


Mais informações, Confira!


Via ArchDaily

Foster + Partners projeta hotel para o Red Sea Project na Arábia Saudita



A Foster + Partners está trabalhando no projeto do Hotel 12 na ilha saudita de Ummahat AlShaykh. Desenvolvido pela Red Sea Development Company (TRSDC), o edifício projetado pelo escritório de Sir Noman Foster será o segundo hotel a ser construído na ilha, juntando-se ao hotel concebido por Kengo Kuma.

O Red Sea Project revelou novas imagens da proposta da Foster + Partners para o Hotel 12, uma das duas estruturas turísticas que serão construídas na ilha de Ummahat AlShaykh. Concebido como uma série de cabanas de madeira espalhadas pela ilha, o hotel foi concebido para configurar uma espécie de percurso circular ao longo da ilha. Algumas estruturas serão construídas sobre palafitas, enquanto outras, estarão encaixadas na topografia do terreno.

Além do projeto do Hotel 12, a Foster + Partners será responsável também por outras diversas iniciativas realizadas no contexto do Red Sea Project. Na verdade, a empresa também foi incumbida de projetar um outro resort no interior da Arábia Saudita, o qual será inaugurado ainda primeira fase que antecede os trabalhos na ilha de Ummahat AlShaykh. Chamado de Southern Dunes, o resort incluirá 40 vilas construídas em madeira, organizadas de modo a aproveitar as vistas da paisagem. Além disso, a Foster + Partners também está envolvida no projeto do Aeroporto Internacional do Mar Vermelho e no projeto do resort Coral Bloom na Ilha de Shurayrah.

Programado para receber seus primeiros hóspedes no final de 2022, quando o aeroporto internacional começará a operar e os primeiros hotéis serão inaugurados, o Red Sea Project é um dos empreendimentos mais ambiciosos já construídos na Arábia Saudita. Após a conclusão de todas as obras, com prazo previsto para 2030, o Red Sea Project contará com mais de 50 resorts e 8.000 quartos de hotel, alem de outras 1.000 propriedades residenciais espalhadas por mais de 20 ilhas.

Cobrindo uma extensão de mais de 28.000 km2 de terras, ilhas e águas cristalinas, o empreendimento incluirá hotéis, casas, lojas e instituições variadas assim como uma ampla infraestrutura de apoio que enfatiza o uso de energias renováveis e a conservação e reutilização da água. Além disso, o projeto pretende ser 100% neutro em carbono.

Para mais informações, Vale o Clique!

Via ArchDaily

quinta-feira, 18 de março de 2021

Lina Bo Bardi recebe o Leão de Ouro Especial da Bienal de Veneza pelo conjunto de sua obra

Lina Bo Bardi, uma das mais importantes arquitetas da história brasileira, foi reconhecida postumamente pela Bienal de Veneza com o Leão de Ouro Especial pelo conjunto de suas conquistas.

Recomendada por Hashim Sarkis, curador da Biennale Architettura 2021, e posteriormente aprovada pelo Conselho de Administração da La Biennale di Venezia, Lina Bo Bardi foi elogiada por Sarkis na seguinte declaração:

"Se há uma arquiteta que incorpora da forma mais adequada o tema da Biennale Architettura 2021, esta arquiteta é Lina Bo Bardi. Sua carreira como designer, editora, curadora e ativista nos lembra o papel do arquiteto como organizador e, mais importante, como construtor de visões coletivas. Lina Bo Bardi também exemplifica a perseverança da arquiteta em tempos difíceis, sejam guerras, conflitos políticos ou migração, e sua capacidade de permanecer criativa, generosa e otimista durante todo o processo. [...] Acima de tudo, são seus pujantes edifícios que se destacam em termos de projeto e na forma como unem arquitetura, natureza, vida e comunidade. Em suas mãos, a arquitetura se torna verdadeiramente uma arte social que convoca as pessoas."

Nascida na Itália, Lina Achillina Bo estudou arquitetura na Universidade de Roma, mudando-se para Milão após a graduação. Com o escritório destruído na Segunda Guerra Mundial, Bo Bardi, junto com Bruno Zevi, fundou a revista A Cultura della Vita. Integrante do Partido Comunista Italiano, conheceu o crítico e historiador de arte Pietro Maria Bardi, com quem posteriormente se mudaria definitivamente para o Brasil.

Em solo brasileiro, Bo Bardi passou a assimilar novas influências e estudou a cultura brasileira do ponto de vista antropológico a partir de suas experiências no Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador. Seu legado se reflete em projetos emblemáticos, dentre os quais se destacam a Casa de Vidro, o Museu de Arte de São Paulo (MASP), o Solar do Unhão, a Casa Chame-Chame, o Sesc Pompeia e o Teatro Oficina em 1984.


O Instituto Bardi comentou:

"Esperamos que a edição de 2021 de La Biennale – em vez de aumentar sua popularidade como um ícone da arquitetura – ajude a contextualizar e comunicar ainda melhor a profundidade da visão crítica de mundo de Lina Bo Bardi: sempre cuidando dos menos representados culturalmente, sempre consciente da importância da diversidade na arte e na arquitetura, e comprometida com uma abordagem multidisciplinar da arquitetura, reunindo pessoas de diferentes contextos. O Leão de Ouro Especial de 2021 ressoa com o impacto das palavras da própria arquiteta: a vida e a obra de Lina Bo Bardi não são do passado, mas ainda muito do presente. Na verdade, elas parecem mais relevantes hoje do que nunca, marcos do patrimônio arquitetônico e humano."


O Leão de Ouro Especial pelo conjunto da obra é um reconhecimento aprovado pelo Conselho Administrativo de La Biennale di Venezia por recomendação da Biennale Architettura. No entanto, arquitetos premiados postumamente são uma exceção. Antes de Bo Bardi, o arquiteto japonês Kazuo Shinohara foi laureado como Leão de Ouro Especial pelo conjunto de sua obra em 2010, por recomendação de Kazuyo Sejima, curadora da Biennale Architettura daquele ano.

Via ArchDaily

quarta-feira, 17 de março de 2021

20 Espécies nativas para arborização urbana

Não há dúvidas que as árvores são essenciais para a qualidade de vida. Têm impacto na sustentabilidade econômica, social e ambiental das cidades e suas vantagens são muitas: contribuem para o conforto visual e ambiental, ajudam a reduzir a poluição do ar e sonora, servem de refúgio e alimento para animais, criando ambientes mais verdes e mais agradáveis. Além disto, tem papel fundamental na redução do efeito das ilhas de calor em centros urbanos. É considerado arborização urbana as árvores que compõem o cenário urbano, e podem estar não apenas plantadas nas calçadas das cidades, mas inclui também praças, parques, canteiros e demais logradouros públicos, e além dos jardins privados. No entanto, existe uma série de recomendações que os projetistas devem seguir na ocasião da escolha da espécie de árvore para sua utilização em ambientes urbanos [...].

Comumente, as prefeituras disponibilizam um Plano de Arborização Municipal elaborado por corpo técnico especializado. Nele constam recomendações para o desenho, implementação, preservação e manejo da arborização urbana, confira se é o caso da sua cidade. Municípios como São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Goiânia e outros já contam com um Manual. Arborização também exige planejamento; na hora da escolha das espécies, pode-se seguir inúmeros princípios de projeto, mas é fundamental levar em consideração alguns itens e ter cautela para evitar riscos e danos à paisagem urbana, como por exemplo:

Quando próximas às vias, não deve possuir frutos muito grandes, pois pode cair sobre pessoas ou carros.

Não possuir sistema reticular muito superficial nem muito agressivas, uma vez que podem romper calçadas e prejudicar instalações subterrâneas.

Evitar aquelas de crescimento muito rápido, pois apresentam madeira mais mole e frágil, e portanto, mais sucetível à quebra.

Evitar aquelas espécies que apresentam espinhos e propriedades tóxicas em suas folhas ou frutos.

Atentar para o porte da espécie arbórea e o local onde será plantada, observando características da copa e raízes, evitando interferências na rede elétrica.

Garantir uma área permeável em volta das árvores, permitindo espaço  para o desenvolvimento radicular e correta infiltração de água e aeração do solo.

Priorizar a diversidade genética nos projetos afim de evitar a propagação de doenças e propiciar diferentes estágios fenológicos.

No paisagismo de cidades, embora comumente também se utilizam espécies exóticas adaptadas, é sempre preferível optar por uma das inúmeras espécies nativas da flora brasileira. Antes de selecionar, verifique se está adequada para o tipo de clima e bioma de sua cidade, pois apesar de ser nativa do Brasil pode não ser o caso na sua cidade e a espécie pode prejudicar o equilíbrio do ecossistema local. Vale lembrar que as árvores nos ambientes urbanos estarão submetidas a condições diferentes daquelas presentes em ambiente natural, e a escolha correta da espécie é fundamental para não comprometer seu crescimento, adaptabilidade e desenvolvimento.


Conheça a seguir 20 espécies de árvores nativas indicadas para plantios de arborização urbana. Vale o Clique!

Via ArchDaily

terça-feira, 16 de março de 2021

15 Registros fantásticos mostrando os descentes diretos de grandes personalidades

Você sabe qual é a árvore genealógica de sua família? Geralmente conhecemos nossos avós, bisavós e até mesmo tataravós, mas são poucas as pessoas que sabem ao menos o nome de seus pentavós, hexavós e por aí vai… Os anos se passam, as coisas se transformam e um dia todos nós ficaremos ‘esquecidos’ no meio de tanta descendência.

O fotógrafo Drew Gardner sempre foi apaixonado por história e resolveu se colocar dentro de um enorme desafio: fotografar descendentes diretos de figuras históricas que ajudaram a construir o mundo. O resultado é incrível e você vai conferir 15 retratos dessa série fotográfica.







01. Charles Dickens (esquerda), 1858 e Gerald Charles Dickens (direita), tataraneto






02. Thomas Jefferson (à esquerda), 1800 e Shannon Lanier (à direita), sexto bisneto de Thomas 








03. Napoleão (esquerda), 1812 E Hugo De Salis (direita), o tataraneto de Napoleão











04. Liza De Giocondo (à Esquerda) e Irina Guicciardini Strozzi (à Direita), a neta de 15 vezes de Monalisa







05. Robert Clive, 1773 (esquerda) e Robert Holden (direita), o tataraneto de Clive


Para conferir mais, Vale o Clique!

Via Criatives