sexta-feira, 22 de outubro de 2021

Telhados verdes podem tornar nossas cidades melhores?


Os primeiros jardins suspensos, reconhecidos por pesquisadores, são os da Babilônia, construídos por Nabucodonosor II para presentear sua esposa. Eram sustentados por abóbadas de tijolos, e sob eles, existiam salões sombreados com uma temperatura mais amena que o exterior, na planície da Mesopotâmica (atual Iraque).

A solução de inserir plantas na cobertura é vista como custosa e difícil de manter para algumas pessoas, enquanto para outras é uma economia na climatização.

Um teto verde é formado por uma camada de solo e vegetação sobre uma superfície ipermeabilizada em uma laje de cobertura que deve ter uma estrutura mais robusta devido ao peso que irá receber. Assim, deve ser bem planejada, com pontos de acesso para a manutenção, já que demanda uma rotina de limpeza e inspeção para evitar problemas futuros.

Os telhados verdes, quando projetados adequadamente, conseguem refletir a luz solar direta, além de impedir o ganho de calor da estrutura com a umidade da vegetação, proporcionando economia de energia para resfriamento.


Segundo a EPA (Environmental Protection Agency) o uso de telhados verdes em cidades pode moderar o efeito da ilha de calor, especialmente durante o dia.

Ainda, os telhados verdes podem ajudar a controlar o escoamento e a retenção de águas da chuva, servir de espaços para agricultura urbana e servir de habitat para plantas e animais, ajudando a aumentar a biodiversidade.

Para saber mais, Vale o Clique!




Via Archdaily
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Editor: Geovana Silva

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