quarta-feira, 31 de março de 2021

Vigas de plástico impressas em 3D são mais fortes que aço e concreto

Engenheiros da Universidade Politécnica de Valência, na Espanha, desenvolveram vigas de plástico com impressão 3D mais resistentes do que as de aço e concreto. Além da resistência elevada, a criação também apresenta maior versatilidade. Isso porque as vigas são fabricadas em pequenos blocos fáceis de transportar e que são montados no local — lembrando um pouco blocos de Lego.


Sua versatilidade possibilita que a instalação seja feita até mesmo nos locais de difícil acesso. Aliás, embora não possuam componentes metálicos, as vigas de plástico são reforçadas com elementos que oferecem rigidez à estrutura. Conforme os engenheiros, esse fator gera inúmeros benefícios técnicos.

O principal deles é o peso: 80% menor do que vigas metálicas ou de concreto, dispensando a necessidade de guindastes e caminhões para o transporte e instalação. Isso, por si só, gera economia de tempo e dinheiro, tanto em material quanto em mão de obra.

"Nosso objetivo era propor uma alternativa às atuais vigas de concreto armado. Elas são feitas com perfis construídos ao longo do comprimento da peça, que exigem instalação cara e são de difícil transporte," contou o professor e coordenador da equipe, José Ramón Albiol. Vale lembrar que, por serem de plástico, as vigas ainda colaboram para a reciclagem, colaborando para construções mais sustentáveis.

Vigas 3D com estrutura alveolar

Conforme explicam os criadores, a base do sistema está no formato dos perfis poliméricos das vigas. "É uma estrutura alveolar, que permite diminuir a quantidade de plástico utilizado — e, portanto, seu peso — mantendo a rigidez estrutural”, afirma Albiol.

Essa estrutura foi inspirada nos ossos humanos ao redor da epífise, que possui uma camada de osso esponjoso com disposição trabecular (o que também chamamos de estrutura alveolar) e uma camada externa de osso compacto.

"É isso que transferimos para estas vigas revolucionárias, especificamente para os seus perfis. É um sistema natural muito inteligente e a sua reprodução nestas vigas tira proveito dele, com um baixo peso estrutural e capacidade mecânica muito elevadas", completou o pesquisador.


Via Tec Mundo

sexta-feira, 26 de março de 2021

Fita métrica com lápis embutido permite que você marque conforme você mede

Você já pensou o quão eficiente seria se sua fita métrica tivesse uma caneta de marcação embutida? Os inovadores da QuickDraw não apenas pensaram, mas também criaram essa fita de medição e marcação automática.

QuickDraw é uma fita métrica de 7 metros com um grafite que marca a superfície que você está medindo. É muito conveniente usar e economizar muito tempo. 

O produto é fácil de usar. Você simplesmente pega a fita e coloca na superfície ou no objeto que você pretende medir. A fita tem marcas vermelhas alinhadas para ajudá-lo a conhecer a posição da marca.

Basta mover a fita para a esquerda ou para a direita quando você chegar ao ponto de marcação e pronto, você marcou a superfície sem usar qualquer lápis. A parte inferior da fita está equipada com um de grafite que rastreia uma linha reta.

O QuickDraw não possui apenas o marcador, mas é projetado para otimizar a marcação precisa e conveniente. A frente da fita é estampada com um indicador TruView em forma de cunha. Este indicador elimina o efeito de paralaxe e permite que você marque a superfície no mesmo ponto que você quiser.

A trava de freio de borracha na parte superior é projetada para medições mais cautelosa. Ela trava a fita em qualquer posição desejada e poupa o problema de lembrar a medida. Também é útil quando você pretende marcar a mesma medida de forma repetitiva em diferentes lugares.

A fita vem com grafite 4D de 9 mm que podem marcar diferentes tipos de superfície. Cada grafite pode fazer mais de 1000 marcas e a recarga é simples.

Via Engenharia É

quinta-feira, 25 de março de 2021

Faça tours por famosos museus brasileiros sem sair de casa!



Ficar de quarentena dá uma saudade e tanto dos rolêzinhos culturais, né? Estamos com o mesmo sentimento! Para acalentar os corações que não abrem mão de um passeio por museus e suas exposições, a Agenda Catraca Livre preparou uma lista de famosos museus de São Paulo, do Rio e de outros estados onde é possível fazer tours virtuais!

Você pode conhecer mais de 20 museus nacionais no Google Arts & Culture. A plataforma oferece, de forma digitalizada, passeios online por dentro das galerias – e, acredite se quiser, você ainda pode visualizar obras raras em alta definição!

Para descobrir quais são os museus e os acessos, Vale o Clique!

Via Catraca Livre

quarta-feira, 24 de março de 2021

Mapa mostra pintores mais populares em cada país de acordo com dados do Google

Com viagens impossíveis de serem realizadas e museus fechados, aumentaram as buscas na internet por obras de diferentes artistas. Além disso, muitas exposições virtuais também foram realizadas ao longo de 2020, o que contribuiu até mesmo para tornar a arte mais acessível para muitas pessoas.

Assim, a loja britânica de materiais de arte Ken Bromley Art Supplies usou dados do Google para criar um mapa do mundo que mostra quais são os pintores mais populares em cada país.

De acordo com os dados, Leonardo da Vinci, conhecido por obras como “A Última Ceia” e “Mona Lisa”, pode ser considerado o pintor mais popular do mundo, ficando em primeiro lugar em 82 países. A pintora mexicana Frida Kahlo é a segunda mais famosa, sendo a mais popular em 29 países, incluindo o Brasil.




O top 3 é fechado com o artista holandês Vincent van Gogh, favorito em 24 países. 



Embora seja a artista mais popular no Brasil, Frida Kahlo não é destaque em toda a América do Sul. Artemisia Gentileschi é a pintora que mais se destaca entre os países sul-americanos. As duas, inclusive, são as duas únicas mulheres a entrar no ranking.

Banksy é o artista que faz sucesso em sua própria casa, no Reino Unido, além de ser destaque em outros países europeus como França e Holanda.

A elaboração dos mapas levou em conta os dados analisados ​​pela Ken Bromley em fevereiro de 2021, usando o planejador de palavras-chave do Google. Nem todos os países tinham dados suficientes para serem apresentados, portanto, a loja incluiu apenas os países com dados suficientes para analisar.

Para conferir com todos os mapas, Vale o Clique!

Via B9

terça-feira, 23 de março de 2021

Nova tecnologia solar torna as células dobráveis uma realidade prática



Com o recente desenvolvimento de telas dobráveis ​​para telefones celulares, a pesquisa em eletrônicos dobráveis ​​nunca foi tão intensa. Uma aplicação particularmente útil da tecnologia dobrável é em painéis solares.

As células solares atuais estão restritas a painéis rígidos e planos, que são difíceis de armazenar em grande número e integrar-se aos aparelhos do dia-a-dia, incluindo telefones, janelas, veículos ou dispositivos internos. Mas, um problema impede que essa tecnologia formidável surja: para serem integradas a esses itens, as células solares precisam ser dobráveis, dobrar à vontade repetidamente sem quebrar. Os materiais condutores tradicionais usados ​​em células solares carecem de flexibilidade, criando um grande obstáculo no desenvolvimento de células totalmente dobráveis.

Um requisito fundamental para um condutor dobrável eficiente é a capacidade de suportar a pressão de dobra em um raio muito pequeno, mantendo sua integridade e outras propriedades desejáveis. Resumindo, é necessário um material condutor fino, flexível, transparente e resiliente. O professor Il Jeon, da Universidade Nacional de Pusan, na Coréia do Sul, explica: “Ao contrário da eletrônica meramente flexível, os dispositivos dobráveis ​​estão sujeitos a deformações muito mais severas, com raios de dobramento tão pequenos quanto 0,5 mm. Isso não é possível com substratos de vidro ultra-finos convencionais e óxido de metal condutores transparentes, que podem ser flexíveis, mas nunca totalmente dobráveis.”

Felizmente, uma equipe internacional de pesquisadores, incluindo o Prof. Jeon, encontrou uma solução, em um estudo publicado na Advanced Science. Eles identificaram um candidato promissor para atender a todos esses requisitos: filmes de nanotubo de carbono de parede única (SWNT), devido à sua alta transparência e resiliência mecânica. O único problema é que os SWNTs lutam para aderir à superfície do substrato quando a força é aplicada (como dobra) e requer dopagem química. Para resolver este problema, os cientistas embutiram a camada condutora em um substrato de poliimida (PI), preenchendo os espaços vazios nos nanotubos.

Para garantir o máximo desempenho, eles também “doparam” o material resultante para aumentar sua condutividade. Ao introduzir pequenas impurezas (neste caso, elétrons retirados para óxido de molibdênio) na camada de nanocompósitos SWNT-PI, a energia necessária para que os elétrons se movam pela estrutura é muito menor e, portanto, mais carga pode ser gerada para uma determinada quantidade de corrente.

O protótipo resultante excedeu em muito as expectativas da equipe. Com apenas 7 micrômetros de espessura, o filme composto exibiu excepcional resistência à flexão, quase 80% de transparência e uma eficiência de conversão de energia de 15,2%, a maior já alcançada em células solares usando condutores de nanotubos de carbono! Na verdade, como apontado pelo Prof. Jeon, “os resultados obtidos são alguns dos melhores entre aqueles relatados até agora para células solares flexíveis, tanto em termos de eficiência quanto de estabilidade mecânica”.

Com este novo avanço na tecnologia solar, só podemos imaginar como serão os painéis solares da próxima geração.

Via Engenharia É

segunda-feira, 22 de março de 2021

Bairro em El Salvador é construído só com casas impressas em 3D

Quando usamos a tecnologia para o bem podemos simplesmente transformar a realidade de muitas pessoas, e isso está acontecendo em diversos lugares do mundo. Cada dia tem mais projetos incríveis usando a tecnologia para ajudar muitas pessoas.

Um desses projetos incríveis é o de El Salvador, na América Central. Sabemos que as casas levam um tempo considerável para ficarem prontas e altos custos, afinal, além do material tem a mão de obra também.

Mas se depender da tecnologia as coisas em breve serão bem diferentes. Em El Salvador, um bairro inteiro para famílias de baixa renda será construído a partir da tecnologia 3D. Lá, cada casa terá em média 35 metros e levará apenas 48 horas para ser construída.

Quem desenvolveu o protótipo desta casa popular foi uma organização sem fins lucrativos que constrói casas para pessoas de baixa renda em países em desenvolvimento, a New Story, que foi apresentada ao público, no festival SXSW – South by Southwest.

Via Engenharia É

domingo, 21 de março de 2021

Startup cria tijolos resistentes a partir da reciclagem de plástico

Já sabemos o quanto o plástico, em especial aqueles que são utilizados apenas uma vez e logo descartados, são prejudiciais para o meio ambiente. Agora imagine que, ao invés de jogá-los em oceanos e criar os bolsões de lixo que estamos criando, nós pudéssemos reaproveitar esse material para resolver o problema de moradia?

Com a missão de utilizar soluções inovadoras para criar materiais de construção civil acessível, bonito e sustentável, a startup Gjenge Makers conseguiu encontrar a solução de dois problemas em um produto: tijolos resistentes feitos a partir de plástico reciclado. O objetivo da empresa é promover materiais de construção de qualidade, criar oportunidades de trabalho para jovens e mulheres, fortalecer a cultura da reciclagem no Quênia e na África. O valor de venda hoje é de aproximadamente US$ 7,7 por metro quadrado.

São 10 engenheiros trabalhando em tempo integral na empresa, que já reciclou 20 toneladas de plástico e criou mais de 110 oportunidades de trabalho para coletores de materiais recicláveis, jovens e mulheres do Quênia. Conheça os diferentes modelos do produto final aqui.

A fundadora da startup, engenheira Nzambi Matee, explica que a ideia surgiu a partir de sua experiência em ciências naturais e vontade de criar alternativas para resolver a questão da moradia na África, que hoje é pouco acessível para a população. “Geralmente a empresa precisa pagar para jogar o plástico fora. Então nós resolvemos o problema dela e nossa matéria prima vem de graça”, explica a grande idealizadora do projeto.

A fábrica trabalha com três máquinas para aquecer a matéria prima, misturá-la com areia e comprimir no formato de tijolo, sua capacidade de produção é de aproximadamente 1500 tijolos por dia. Segundo Nzambi, o plástico é fibroso por natureza e, por isso, o tijolo acaba tendo uma força de compressão maior com a metade do peso de um tijolo normal, o que torna o transporte mais sustentável também. A iniciativa foi premiada pela ONU em 2020.

Via The Greenest Post

sábado, 20 de março de 2021

EXPODERIVA 2019 - BAIRRO ITATIAIA - CAROLINA SOUZA FERNANDES

"Minha primeira experiência participando da Deriva do Bem ocorreu em 2019, ano este que seria também a última realização desta, antes da pandemia. Meu primeiro ano de faculdade e primeira vez em Goiânia, onde passeando pelo Itatiaia pude entender melhor que minha posição em contato com a cidade deveria, antes mesmo de estudante de arquitetura, ser como cidadã consciente do meu pertencimento a ela. Durante a caminhada pude desvendar e conhecer de perto a vida que foi dada ao projeto tão bem pensado, de como o cotidiano percorre todas as quadras que abraçam o parque central. Acredito que a maior beleza de um projeto arquitetônico está quando este se consolida e se funde à rotina, ao urbano, à memória dos que ali passam. Com a Deriva pude enxergar com a alma, muito mais do que apenas olhar, e, assim, registrar esse único instante e tentar repassar o que foi experienciado através de uma imagem. A Deriva, e a fotografia, isso puderam me proporcionar."

Carolina Souza Fernandes







Nova calçada de plástico reciclado colhe energia do sol


Imagine um sistema de pavimentação modular colorido que encaixe “como tijolos de LEGO” , e que irá substituir os pavimentos de concretos. A startup húngara Platio projetou um sistema de pavimentação que é feito de plástico reciclado, enquanto colhe energia limpa do sol.

Platio não é a primeira empresa a criar um sistema assim. A Solar Roadways vem desenvolvendo uma idéia semelhante há anos, até mesmo obtendo financiamento do Departamento de Transportes dos Estados Unidos.

O sistema de Platio é mais direcionado para calçadas – pelo menos por enquanto – como os arquitetos e engenheiros por trás da startup tem como objetivo tornar nossas cidades mais sustentável, essa iniciativa seria de grande importância.

Para a TechCrunch, a empresa relatou que  já garantiu US$ 70.000 e vendeu mais de 1.600 metros quadrados, de seu sistema de pavimentação.

O sistema de pavimentação da Platio colhe energia do sol através de células de silício monocristalino dentro de vidro temperado. Um apoio de plástico reciclável permite que o sistema não tenha danos quando as pessoas andam sobre ele.

Os módulos de pavimento ligam-se de tal forma que não necessitam de cablagem adicional; de acordo com Platio, “As unidades são compactas e se conectam modularmente fazendo contato eletrônico sem fiação adicional por um sistemas de comunicação que se conecta automaticamente.

O pavimento teria gerado 160 watts por metro quadrado. A Platio oferece a pavimentação em três cores, e também está trabalhando para criar outro sistema inovador para colher energia a partir de passos.

A ambiciosa startup não pretende parar com sistemas de pavimentação. Sua missão final é “criar um futuro limpo e independente de energia, no qual criemos uma nova base para a vida urbana, levando em consideração as perspectivas da sociedade baseada na informação”.

Via Engenharia É

sexta-feira, 19 de março de 2021

3 Impressoras de grande formato para projetar de casa

Com a aparição do COVID-19, tivemos que nos adaptar a uma vida diferente da que estávamos acostumados, o que se refletiu em nossa maneira de trabalhar. Onde e como trabalhamos atualmente? Muitos precisaram se adaptar a trabalhar de casa e, embora para muitos tenha sido confortável, para outros significou uma mudança radical, envolvendo novas necessidades de espaço e recursos. Para arquitetos, engenheiros, construtores e empreiteiros, esse desafio tem sido bastante complexo, pois grande parte de seu trabalho envolve o manuseio de dispositivos grandes e de alto custo.




Neste artigo apresentamos 3 soluções inovadoras que substituem a tradicional e volumosa plotter, e que nos permitem imprimir em grandes formatos das nossas próprias casas.

Como geralmente contamos com um espaço muito limitado, como um pequeno escritório doméstico, o desafio é encontrar um dispositivo compacto que permita imprimir em grandes formatos. As impressoras da coleção HP DesignJet são uma alternativa acessível e adaptável a pequenos espaços, permitindo a criação de arquivos de tamanho A3/B, A1/D ou A0/E através do software inteligente HP Click, sem alterar manualmente a fonte da mídia e sem comprometer a velocidade. Tudo isso pode ser feito conectando um computador ou telefone celular ao aplicativo HP Smart.

A sustentabilidade é um valor complementar que se torna cada vez mais importante no momento de escolher um produto. As impressoras DesignJet fazem parte do programa HP Planet Partners, além de serem feitas com 30% de plástico reciclado e imprimir em papel certificado pela Forest Stewardship Council® (FSC). Por esta série de fatores, a produção destas impressoras reduz as emissões de carbono em 7,3 toneladas por ano.

A seguir, revisamos os três modelos da coleção HP DesignJet que podem orientá-lo para tomar uma melhor decisão de projetar e imprimir em sua própria casa. Embora todos os modelos sejam compactos e imprimam em grande formato, eles diferem principalmente nos objetivos do usuário.


Série HP DesignJet T200

Desenhado para pequenos espaços, este modelo dirige-se a um público universal, uma vez que sua utilização é fácil e econômica. Consiste em uma plotadora de grande formato de 24 polegadas (60,96 cm). Usando o software HP Click, este modelo permite que vários arquivos sejam impressos em alta velocidade ao mesmo tempo, sem perda de qualidade. Este dispositivo consume até 95% menos tinta na manutenção de rotina em comparação com a concorrência, permitindo imprimir 100 páginas A1/D adicionais por mês.

Dimensões (largura x profundidade x altura) 

24 polegadas: 1013 x 440 x 285 mm


Série HP DesignJet T600

Esta série foi projetada para operar projetos complexos, com maior memória e suporte nativo para HP-GL/2, sendo ideal para profissionais do mundo da construção, com foco na execução, resolução de problemas e a multitarefa. Destaca-se pela simplicidade, velocidade e resultados de elevada qualidade ao nível das linhas e gama de cores. Disponíveis em modelos de 24 polegadas (60,96 cm) e 36 polegadas (91,44 cm), tamanhos ideais para sua aplicação em vários tipos de espaços.

Dimensões (largura x profundidade x altura) 

24 polegadas: 1013 x 605 x 932 mm

36 polegadas: 1317 x 605 x 932 mm


Série HP DesignJet Studio

Para profissionais que trabalham na área de design e arquitetura, é difícil separar a funcionalidade da estética. Portanto, é ideal que a ferramenta de impressão também seja um elemento de design que se integre harmoniosamente ao espaço de trabalho. Disponível nos modelos de 24 pol. (60,96 cm) e 36 pol. (91,44 cm), a impressora HP DesignJet Studio é um caso que atende a desempenho e design. Trata-se de uma impressora de grande formato com frente elegante em branco e um acabamento que simula madeira ou aço, que ao mesmo tempo se destaca pela rapidez, qualidade, facilidade de uso e sustentabilidade certificada pela CarbonNeutral®.

Dimensões (largura x profundidade x altura)

24 polegadas: 1013 x 555 x 932 mm

36 polegadas: 1317 x 555 x 932 mm


Mais informações, Confira!


Via ArchDaily

Foster + Partners projeta hotel para o Red Sea Project na Arábia Saudita



A Foster + Partners está trabalhando no projeto do Hotel 12 na ilha saudita de Ummahat AlShaykh. Desenvolvido pela Red Sea Development Company (TRSDC), o edifício projetado pelo escritório de Sir Noman Foster será o segundo hotel a ser construído na ilha, juntando-se ao hotel concebido por Kengo Kuma.

O Red Sea Project revelou novas imagens da proposta da Foster + Partners para o Hotel 12, uma das duas estruturas turísticas que serão construídas na ilha de Ummahat AlShaykh. Concebido como uma série de cabanas de madeira espalhadas pela ilha, o hotel foi concebido para configurar uma espécie de percurso circular ao longo da ilha. Algumas estruturas serão construídas sobre palafitas, enquanto outras, estarão encaixadas na topografia do terreno.

Além do projeto do Hotel 12, a Foster + Partners será responsável também por outras diversas iniciativas realizadas no contexto do Red Sea Project. Na verdade, a empresa também foi incumbida de projetar um outro resort no interior da Arábia Saudita, o qual será inaugurado ainda primeira fase que antecede os trabalhos na ilha de Ummahat AlShaykh. Chamado de Southern Dunes, o resort incluirá 40 vilas construídas em madeira, organizadas de modo a aproveitar as vistas da paisagem. Além disso, a Foster + Partners também está envolvida no projeto do Aeroporto Internacional do Mar Vermelho e no projeto do resort Coral Bloom na Ilha de Shurayrah.

Programado para receber seus primeiros hóspedes no final de 2022, quando o aeroporto internacional começará a operar e os primeiros hotéis serão inaugurados, o Red Sea Project é um dos empreendimentos mais ambiciosos já construídos na Arábia Saudita. Após a conclusão de todas as obras, com prazo previsto para 2030, o Red Sea Project contará com mais de 50 resorts e 8.000 quartos de hotel, alem de outras 1.000 propriedades residenciais espalhadas por mais de 20 ilhas.

Cobrindo uma extensão de mais de 28.000 km2 de terras, ilhas e águas cristalinas, o empreendimento incluirá hotéis, casas, lojas e instituições variadas assim como uma ampla infraestrutura de apoio que enfatiza o uso de energias renováveis e a conservação e reutilização da água. Além disso, o projeto pretende ser 100% neutro em carbono.

Para mais informações, Vale o Clique!

Via ArchDaily

quinta-feira, 18 de março de 2021

Lina Bo Bardi recebe o Leão de Ouro Especial da Bienal de Veneza pelo conjunto de sua obra

Lina Bo Bardi, uma das mais importantes arquitetas da história brasileira, foi reconhecida postumamente pela Bienal de Veneza com o Leão de Ouro Especial pelo conjunto de suas conquistas.

Recomendada por Hashim Sarkis, curador da Biennale Architettura 2021, e posteriormente aprovada pelo Conselho de Administração da La Biennale di Venezia, Lina Bo Bardi foi elogiada por Sarkis na seguinte declaração:

"Se há uma arquiteta que incorpora da forma mais adequada o tema da Biennale Architettura 2021, esta arquiteta é Lina Bo Bardi. Sua carreira como designer, editora, curadora e ativista nos lembra o papel do arquiteto como organizador e, mais importante, como construtor de visões coletivas. Lina Bo Bardi também exemplifica a perseverança da arquiteta em tempos difíceis, sejam guerras, conflitos políticos ou migração, e sua capacidade de permanecer criativa, generosa e otimista durante todo o processo. [...] Acima de tudo, são seus pujantes edifícios que se destacam em termos de projeto e na forma como unem arquitetura, natureza, vida e comunidade. Em suas mãos, a arquitetura se torna verdadeiramente uma arte social que convoca as pessoas."

Nascida na Itália, Lina Achillina Bo estudou arquitetura na Universidade de Roma, mudando-se para Milão após a graduação. Com o escritório destruído na Segunda Guerra Mundial, Bo Bardi, junto com Bruno Zevi, fundou a revista A Cultura della Vita. Integrante do Partido Comunista Italiano, conheceu o crítico e historiador de arte Pietro Maria Bardi, com quem posteriormente se mudaria definitivamente para o Brasil.

Em solo brasileiro, Bo Bardi passou a assimilar novas influências e estudou a cultura brasileira do ponto de vista antropológico a partir de suas experiências no Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador. Seu legado se reflete em projetos emblemáticos, dentre os quais se destacam a Casa de Vidro, o Museu de Arte de São Paulo (MASP), o Solar do Unhão, a Casa Chame-Chame, o Sesc Pompeia e o Teatro Oficina em 1984.


O Instituto Bardi comentou:

"Esperamos que a edição de 2021 de La Biennale – em vez de aumentar sua popularidade como um ícone da arquitetura – ajude a contextualizar e comunicar ainda melhor a profundidade da visão crítica de mundo de Lina Bo Bardi: sempre cuidando dos menos representados culturalmente, sempre consciente da importância da diversidade na arte e na arquitetura, e comprometida com uma abordagem multidisciplinar da arquitetura, reunindo pessoas de diferentes contextos. O Leão de Ouro Especial de 2021 ressoa com o impacto das palavras da própria arquiteta: a vida e a obra de Lina Bo Bardi não são do passado, mas ainda muito do presente. Na verdade, elas parecem mais relevantes hoje do que nunca, marcos do patrimônio arquitetônico e humano."


O Leão de Ouro Especial pelo conjunto da obra é um reconhecimento aprovado pelo Conselho Administrativo de La Biennale di Venezia por recomendação da Biennale Architettura. No entanto, arquitetos premiados postumamente são uma exceção. Antes de Bo Bardi, o arquiteto japonês Kazuo Shinohara foi laureado como Leão de Ouro Especial pelo conjunto de sua obra em 2010, por recomendação de Kazuyo Sejima, curadora da Biennale Architettura daquele ano.

Via ArchDaily

quarta-feira, 17 de março de 2021

20 Espécies nativas para arborização urbana

Não há dúvidas que as árvores são essenciais para a qualidade de vida. Têm impacto na sustentabilidade econômica, social e ambiental das cidades e suas vantagens são muitas: contribuem para o conforto visual e ambiental, ajudam a reduzir a poluição do ar e sonora, servem de refúgio e alimento para animais, criando ambientes mais verdes e mais agradáveis. Além disto, tem papel fundamental na redução do efeito das ilhas de calor em centros urbanos. É considerado arborização urbana as árvores que compõem o cenário urbano, e podem estar não apenas plantadas nas calçadas das cidades, mas inclui também praças, parques, canteiros e demais logradouros públicos, e além dos jardins privados. No entanto, existe uma série de recomendações que os projetistas devem seguir na ocasião da escolha da espécie de árvore para sua utilização em ambientes urbanos [...].

Comumente, as prefeituras disponibilizam um Plano de Arborização Municipal elaborado por corpo técnico especializado. Nele constam recomendações para o desenho, implementação, preservação e manejo da arborização urbana, confira se é o caso da sua cidade. Municípios como São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Goiânia e outros já contam com um Manual. Arborização também exige planejamento; na hora da escolha das espécies, pode-se seguir inúmeros princípios de projeto, mas é fundamental levar em consideração alguns itens e ter cautela para evitar riscos e danos à paisagem urbana, como por exemplo:

Quando próximas às vias, não deve possuir frutos muito grandes, pois pode cair sobre pessoas ou carros.

Não possuir sistema reticular muito superficial nem muito agressivas, uma vez que podem romper calçadas e prejudicar instalações subterrâneas.

Evitar aquelas de crescimento muito rápido, pois apresentam madeira mais mole e frágil, e portanto, mais sucetível à quebra.

Evitar aquelas espécies que apresentam espinhos e propriedades tóxicas em suas folhas ou frutos.

Atentar para o porte da espécie arbórea e o local onde será plantada, observando características da copa e raízes, evitando interferências na rede elétrica.

Garantir uma área permeável em volta das árvores, permitindo espaço  para o desenvolvimento radicular e correta infiltração de água e aeração do solo.

Priorizar a diversidade genética nos projetos afim de evitar a propagação de doenças e propiciar diferentes estágios fenológicos.

No paisagismo de cidades, embora comumente também se utilizam espécies exóticas adaptadas, é sempre preferível optar por uma das inúmeras espécies nativas da flora brasileira. Antes de selecionar, verifique se está adequada para o tipo de clima e bioma de sua cidade, pois apesar de ser nativa do Brasil pode não ser o caso na sua cidade e a espécie pode prejudicar o equilíbrio do ecossistema local. Vale lembrar que as árvores nos ambientes urbanos estarão submetidas a condições diferentes daquelas presentes em ambiente natural, e a escolha correta da espécie é fundamental para não comprometer seu crescimento, adaptabilidade e desenvolvimento.


Conheça a seguir 20 espécies de árvores nativas indicadas para plantios de arborização urbana. Vale o Clique!

Via ArchDaily

terça-feira, 16 de março de 2021

15 Registros fantásticos mostrando os descentes diretos de grandes personalidades

Você sabe qual é a árvore genealógica de sua família? Geralmente conhecemos nossos avós, bisavós e até mesmo tataravós, mas são poucas as pessoas que sabem ao menos o nome de seus pentavós, hexavós e por aí vai… Os anos se passam, as coisas se transformam e um dia todos nós ficaremos ‘esquecidos’ no meio de tanta descendência.

O fotógrafo Drew Gardner sempre foi apaixonado por história e resolveu se colocar dentro de um enorme desafio: fotografar descendentes diretos de figuras históricas que ajudaram a construir o mundo. O resultado é incrível e você vai conferir 15 retratos dessa série fotográfica.







01. Charles Dickens (esquerda), 1858 e Gerald Charles Dickens (direita), tataraneto






02. Thomas Jefferson (à esquerda), 1800 e Shannon Lanier (à direita), sexto bisneto de Thomas 








03. Napoleão (esquerda), 1812 E Hugo De Salis (direita), o tataraneto de Napoleão











04. Liza De Giocondo (à Esquerda) e Irina Guicciardini Strozzi (à Direita), a neta de 15 vezes de Monalisa







05. Robert Clive, 1773 (esquerda) e Robert Holden (direita), o tataraneto de Clive


Para conferir mais, Vale o Clique!

Via Criatives

segunda-feira, 15 de março de 2021

Existe algo de “inteligente” nas cidades inteligentes?


Não tem como ser um urbanista ou se interessar pelas questões das cidades e ainda não ter ouvido — muito — sobre o movimento “Cidades Inteligentes” (“Smart Cities”). A ideia é que não há nada nas cidades que o uso de dados (especialmente “big data”) ou de tecnologia não resolva. O resultado tem sido uma série de afirmações sobre como é possível solucionar problemas tão desafiadores como habitação, tráfego e desigualdade simplesmente criando modelos mais elaborados com base em big data ou implantando novas formas de tecnologia.

No entanto, ficamos céticos: é difícil ver como vamos tomar melhores decisões com dados ainda maiores e complexos quando os formuladores de políticas e tomadores de decisão parecem ignorar rotineiramente os pequenos e óbvios dados que já estão disponíveis. Como exemplo, começamos com um problema bastante simples. Muitos americanos gostariam de poder caminhar para seus destinos mais usuais, para isso eles estão dispostos a pagar um prêmio substancialpara morarem em habitações e bairros com níveis mais altos de caminhabilidade.

Enquanto isso, parece que estamos construindo de forma consistente mais bairros e cidades que dependem fortemente do carro. Certamente, se cidades inteligentes e tecnologia são a solução, elas devem ser capazes de lidar com esse problema básico, mas não são. Frequentemente escolhemos Houston, uma cidade notoriamente hostil para quem quer caminhar (embora todas as cidades americanas precisem melhorar nesse aspecto). A abordagem típica de cidades inteligentes/tecnocráticas que reúne dados abundantes sobre os padrões de viagens atuais — que refletem eles mesmos um mundo dominado por carros — que quase não contêm informações sobre transporte a pé ou de bicicleta e, ainda mais importante, não perguntam se as pessoas prefeririam lugares que tornassem mais fácil, conveniente e seguro para caminhar, comparado com lugares otimizados para o movimento de veículos.

Da forma como as “cidades inteligentes” e o pessoal da tecnologia abordam, “consertar” cidades e transportes é tudo sobre veículos, como ilustram suas simulações.

Confira mais detalhes e o artigo completo. Vale o Clique!

Via ArchDaily

domingo, 14 de março de 2021

UFRJ disponibiliza 2.650 e-books para download gratuito

O Sistema de Bibliotecas e Informação (Sibi) da UFRJ fez um levantamento minucioso das editoras acadêmicas das principais universidades do Brasil e elaborou uma relação com 2.650 títulos que estão disponíveis para baixar de graça.

Estão disponíveis 89 e-books (livros eletrônicos) de Ciências Agrárias, 43 de Ciências Ambientais, 73 de Ciências Biológicas, 215 de Ciências da Saúde, 57 de Ciências Exatas e da Terra, 1.154 de Ciências Humanas, 581 de Ciências Sociais Aplicadas, 40 de Engenharias e 398 de Linguística, Letras e Artes.

Para conferir, Vale o Clique!

Via Ciclo Vivo

sábado, 13 de março de 2021

Casa Sem Fronteiras, por Haryu Wood Studio + Selma Masic




[Descrição enviada pela equipe de projeto]
Selma Masic, em colaboração com Sei Haganuma, do Wood Studio, projetou uma casa para a sua família de quatro pessoas, localizada em um terreno situado em um bairro adensado de Tóquio, no Japão. Com um total de 63 metros quadrados divididos em três pavimentos a casa apresenta um programa fluidamente definido e organizado pela área. A diferença de nível entre os espaços de estar foram definidos para organizar as funções por meio de fronteiras discretas, proporcionando aos residentes cenários para uma série de atividades, dependendo de suas necessidades e da hora do dia.

Sua localização de esquina permite uma relação única entre o que acontece interna, e externamente da casa. Os espaços de estar foram desenhados para estarem expostos à iluminação natural que vêm das aberturas cuidadosamente colocadas. A fachada de frente para a rua foi desenhada para ser permeável de forma equilibrada, nem muito aberta, nem muito fechada. Para isso, cortinas foram instaladas como divisórias, para dar aos residentes flexibilidade ao determinar quanto expostos eles querem estar. 

Com elementos fixos como a cozinha, localizada no pavimento térreo, e os banheiros no terceiro pavimento, é possível perceber uma gradação vertical nas funções espaciais: muda de acordo com a de coletividade, a medida que sobem os níveis. O objetivo era transcender a forma convencional de viver, ao projetar um espaço que é sob medida para os residentes e abarca cada uma de suas necessidades. Esse tipo de conceito ajuda a integrar as áreas de estar para dentro do contexto urbano, ao invés de que desconecta-los como entidades diferentes. 



As paredes estruturais e as lajes são compostas por painéis pré-fabricados de madeira cedro, os quais são feitos de tábuas quadradas de 15x15 cm, conectadas horizontalmente por parafusos de metal sem cola. Esta característica torna-os totalmente recicláveis, ao mesmo tempo que permite a desmontagem e reutilização da casa noutro local.

Esse material satisfaz as altas regulamentações urbanas no Japão, e portanto, é possível revelar a estrutura e deixá-la sem revestimento e descoberta. Além disso, o isolamento térmico e os painéis de madeira melhoram o desempenho térmico quando usadas como fachada. Esta é a primeira casa de três pavimentos feita com esse sistema estrutural e método de construção no Japão. Comparado aos métodos convencionais de construção de casas de madeira no Japão, este método usa duas vezes mais madeira serrada. Espera-se que esta seja uma forma eficaz de armazenar dióxido de carbono e revigorar a indústria florestal japonesa.

Via ArchDaily

sexta-feira, 12 de março de 2021

Jan Gehl propõe plano diretor estratégico ecológico no Chile


A Gehl acaba de publicar o seu ‘Masterplan Framework with ecology at its heart’, um interessante estudo de caso desenvolvido em Huechuraba, região central do Chile. A equipe composta por David Sim, Esben Neander Kristensen, Alexander Spitzer e Tamara Kalantajevska chama a atenção para a vocação ecológica do plano diretor estratégico desenvolvido em parceira com a empreiteira chilena Tanica.

Santiago de Chile, capital e maior cidade do país—com uma população de aproximadamente 7 milhões de habitantes—, encontra-se localizada no vale central do Chile, junto ao pé de ambas cordilheiras que atravessam o país, a Cordilheira dos Andes e a Cordillera da Costa Oeste. Neste contexto único, a cidade de Santiago se desenvolveu muito rapidamente, especialmente ao longo das últimas décadas, expandindo-se a partir de seu núcleo histórico central para áreas periféricas anteriormente rurais. Atualmente, muitos destes núcleos marginais da região metropolitana de Santiago ainda conservam características típicas dos antigos povoados rurais.

No extremo norte da capital, encontra-se um destes distritos: Huechuraba. Convidado pela Tanica, a empreiteira responsável pelo desenvolvimento urbano da região, a Gehl criou um plano diretor inovador para uma área de 150 hectares.

Definir estratégias de desenvolvimento urbano e ocupação do território nunca é tarefa fácil, ainda mais quando o objeto de estudo encontra-se em uma situação tão peculiar como esta. Implantada entre a Cordilheira dos Andes, uma rodovia e dois bairros pré-existentes, esta vasta área demandava um projeto cuidadoso, algo capaz de criar uma clara distinção em relação ao padrão de ocupação existente. Huechuraba foi concebida para ser uma cidade agradável de se viver, vibrante e inclusiva, uma nova porta de entrada ao norte de Santiago.

Ao dar início ao projeto, a equipe da Gehl levou a cabo o que costumamos chamar de “exame de saúde” urbano, um processo de análise que tem como principal objetivo coletar uma série de dados específicos sobre o local. Isso inclui o mapeamento da infraestrutura existente e sua qualidade, assim como a avaliação dos principais fluxos dentro da área e pesquisas de origem e destino. A partir disso foi possível melhor entender as dinâmicas que operam no local, estabelecendo um plano diretor base sobre o qual é possível trabalhar com mais precisão.

Ao realizar o check-up da área, a equipe percebeu que haviam nas proximidades dois bairros de características completamente diferentes. De um lado, um enorme condomínio fechado com acesso privado e pouquíssima movimentação de pessoas, do outro, um bairro de uso misto mais denso com um centro urbano vibrante e dinâmico. A partir da observação destas duas cidades paralelas, procuramos criar um novo bairro que pudesse estabelecer relações com seus dois vizinhos, estabelecendo um espaço urbano atraente, agradável e capaz de conectar estas duas realidades antagônicas.

Para mais informações, Vale o Clique!

Via ArchDaily

quinta-feira, 11 de março de 2021

Plataforma interativa apresenta o durante e o pós Segunda Guerra Mundial

Plataforma interativa nos apresenta fotografias históricas de como estavam alguns lugares durante o cenário da Segunda Guerra Mundial e como estão atualmente. 


Nas fotografias apresentadas aqui, temos o ano de:


1944: Uma coluna blindada francesa que passa por Sainte-Mère-Église recebe uma recepção calorosa de seus habitantes.

7 de maio de 2014: uma vista da rua principal hoje. Fotografias de Popperfoto / Getty e Peter Macdiarmid / Getty.

Para conferir mais, Vale o Clique!





Via Interactive

quarta-feira, 10 de março de 2021

Museu em Amsterdã disponibiliza mais de 700 mil fotografias para download

Museu em Amsterdã disponibiliza mais de 700 mil quadros para download em alta qualidade. uando o Rijksmuseum, museu em Amsterdã dedicado à arte e à história da Holanda, decidiu digitalizar seu acervo de pinturas, a ideia era de levar o museu para perto do público, tornando a arte uma ferramenta educativa acessível: todos poderiam “visitar” o museu de casa – e obras de mestres do país, como Rembrandt e Vermeer, passavam a poder ser vistas virtualmente de qualquer lugar do planeta. O ano era 2012, e não havia o menor sinal de que, 9 anos depois, por conta da atual pandemia, acessar as coisas “de casa” se tornaria mandatório.

Pois é nesse contexto que o museu decidiu liberar seu imenso acervo para acesso em alta qualidade – e para download. São 709.622 imagens disponíveis pela plataforma Rijksstudio, onde podem ser vistas bem de perto (com direito aos detalhes mais precisos, como se estivéssemos com o nariz colado à tela) ou baixados em alta qualidade com a simples criação de um perfil que pode ser feito através de um e-mail ou em associação com nosso perfil no Facebook. Não mais do que dois cliques e pronto: um Rembrandt em alta qualidade chega ao seu computador.

“Nesses tempos de isolamento forçado”, afirmou Friso Lammertse, curador de pinturas holandesas do século XVII do Rijksmuseum, “a arte de um Vermeer pode nos lembrar que há beleza extrema a ser encontrada em nosso quarto”. Além das imagens, a plataforma oferece informações sobre os trabalhos, e ainda outros “passeios” pelo acervo do museu – e a qualidade é tamanha que é possível imprimir os quadros, feito fossem pinturas originais, já que, por conta da Covid-19, o museu permanece fechado.

Via Hypeness

terça-feira, 9 de março de 2021

LEGO anuncia versão de ‘Noite Estrelada’, de Van Gogh


Para quem sempre sonhou em levar a “Noite Estrelada”, emblemática pintura do artista holandês Vincent Van Gogh, para sua casa, a LEGO encontrou a solução mais fácil e viável: uma versão do quadro de encaixar. No lugar, portanto, das pinceladas, entram em cenas as icônicas peças de plástico, formando a mais famosa obra de Van Gogh. A Noite Estrelada da LEGO se monta com 1.552 peças formando o quadro em três dimensões, e traz também um boneco do próprio pintor com seu pincel, cavalete, paleta e a própria pintura.

Curiosamente o novo produto anunciado pela empresa dinamarquesa de brinquedos foi criado não por um designer da empresa, mas sim através da LEGO Ideas, uma plataforma na qual fãs e entusiastas das peças de encaixar podem subir sugestões e desenvolvimentos como sugestão para possíveis futuros desenvolvimentos. A recriação da obra-prima de Van Gogh foi sugestão de Truman Cheng, um dos criadores da plataforma, que assina pelo nome de usuário “legotruman” – o projeto de Cheng recebeu nada menos que 10 mil votos para ser tornado em um lançamento real.

É como se cada peça de plástico fosse uma pincelada diferente, para reproduzir o efeito impressionista do estilo do pintor. A aprovação foi confirmada pela empresa, mas nem o preço nem a data de lançamento foi anunciada. “Noite estrelada” é um quadro pintado por Van Gogh em junho de 1889 para se tornar uma das mais emblemáticas e reconhecíveis pinturas de todos os tempos, e faz parte da coleção permanente do MoMA, museu de arte moderna de Nova York.

Via Hypeness

segunda-feira, 8 de março de 2021

Biblioteca feita de gravetos em Liyuan, na China, parece saída de um sonho

Inaugurada em 2011 com impressionante projeto arquitetônico do escritório Li Xiadong Atelier, a biblioteca de Liyuan, na China, edifica na vida real um cenário digno dos livros mais fantásticos de suas estantes – feita essencialmente com galhos de madeira para ser uma das mais belas bibliotecas do mundo. Com soluções simples, funcionais, até modestas e, ao mesmo tempo esteticamente impactantes e impressionantes, o projeto da biblioteca não rendeu prêmios internacionais ao arquiteto por acaso: trata-se de um desenho ambientalmente interessante e de grande vigor estético, criando uma biblioteca vistosa e agradável em construção perfeitamente integrada à incrível natureza do cenário ao redor.

Localizada no pequeno vilarejo que a batiza, nos arredores de Pequim, a biblioteca molda os gravetos com feixes de madeira que funcionam como estrutura para as incríveis paredes vazadas para iluminação natural. Na parte interna do prédio de um andar somente, plataformas integram prateleiras baixas e altas entre degraus que também funcionam como áreas para que os leitores possam se sentar.



O desenho do edifício visa tornar o local uma atração turística e também um ponto de importante serviço público – e, ao mesmo tempo (ainda que a primeira vista não revele tal aspecto), um verdadeiro triunfo da combinação entre arquitetura e tecnologia.

A aparência é contraria ao que se imagina de um edifício tecnológico, a Biblioteca de Liyuan traz um sistema de refrigeração que recicla o ar gelado da superfície do lago próximo no verão – para um prédio que utilizou em sua construção praticamente somente materiais recicláveis. “Todos os meus projetos são, em verdade, um teste, um esforço experimental sobre como podemos encarar e enfrentar alguns dilemas”, disse Li Xiadong, em entrevista ao site Deezen. “Nesse caso, como podemos explorar nossos conhecimentos tecnológicos. Normalmente compreendemos a tecnologia como algo separado da arquitetura”, comentou.

O projeto da Biblioteca de Liyuan rendeu ao escritório e ao arquiteto a primeira conquista do Prêmio Moriyama, que pagou 55 mil libras esterlinas – mais de R$ 402 mil reais – contra projetos de países diversos. A inauguração de um ponto de ônibus no local confirmou a inclinação turística da Biblioteca, recebendo milhares de visitantes inclusive partindo do grande centro urbano de Pequim para visitar o local. 


“Precisamos de mais projetos desse tipo, possivelmente modestos mas, ao mesmo tempo, com edifícios poderosos, que tornam a arquitetura em elemento de profundo entendimento sobre as pessoas, a cultura, o contexto, o local, os materiais e a luz”, disse um dos membros do júri do prêmio.



Via Hypeness