domingo, 14 de junho de 2020

Série de fotografias aéreas mostra o impacto do coronavírus na aviação

A pandemia de COVID-19 transformou a maneira como viajamos e nos reunimos. À medida que as ruas e espaços públicos se esvaziaram e as pessoas passaram a praticar o isolamento social, aeroportos de todo o mundo também sofreram um tremendo declínio no número de passageiros e voos. A indústria da aviação moldou a globalização, mas também contribuiu com a velocidade com que a doença se espalhou pelo mundo. Em uma recente série de imagens aéreas, o fotógrafo Tom Hegen explora o impacto da pandemia na aviação.

Segundo Hegen, com a popularização da aviação civil, pessoas e mercadorias passaram a ser transportados mais rapidamente pelos continentes. Mas esse intenso trabalho em rede também significa que as doenças estão se espalhando mais rapidamente do que nunca. Devido à globalização, o coronavírus foi capaz de se espalhar por todas as partes do mundo e praticamente destruir a convivência pública. Em abril de 2020, o tráfego aéreo mundial mostrou cifras assustadoramente baixas – em muitos aeroportos do mundo, pistas foram fechadas e estão sendo usadas como estacionamento de aeronaves. Os aviões, que antes eram ícones da globalização, se tornaram símbolos do atual bloqueio.

Na mesma linha do trabalho de Hegen, o The New York Times publicou recentemente um artigo intitulado The Great Empty, que apresenta uma nova face da vida urbana. Da Times Square em Nova Iorque à Place de la Concorde em Paris, fotógrafos estão registrando essas "cidades vazias" em um momento decisivo. Hegen acredita que, como sociedade global, podemos aprender com essa crise, e sugere que "as cadeias globais de suprimentos, atualmente interrompidas, devem ser revistas e, talvez, a produção possa ser trazida de volta aos países onde estes produtos são vendidos ao consumidor final."

Para conferir mais fotografias e matéria completa, Vale o Clique!

Via ArchDaily



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