domingo, 31 de maio de 2020

16 criativos cartões de visitas





O cartão de visita é praticamente um item obrigatório pra quem deseja divulgar seus serviços, afinal de contas, em um pequeno ‘pedaço de papel’ você pode colocar informações importantes que certamente atrairão ou fidelizarão clientes.

Como já se tornou algo comum, muita gente está inovando até mesmo nisso. Confira agora 16 cartões de visita tão grandes que os nomes de seus donos não importam. Vale o Clique!








Via Criatives



sábado, 30 de maio de 2020

Como o design pode te ajudar a ser mais organizado

Design e organização, ao meu ver, são estreitamente ligados, pois muito da nossa abordagem para resolver problemas é pautada em afunilar e refinar ideias, e para isso, é necessário um forte senso de organização.

Neste artigo eu vou falar um pouco sobre organização, mas trazendo um viés do design para isso, explicando um princípio básico chamado de cinco cabides, que retirei do livro de design teórico “Universal Principles of Design”, que já nos inicia à cultura da organização.

Por que organizar?
O argumento mais forte para estudarmos organização é quando entendemos que design é lidar com informações. E quando falamos de Design Gráfico, estamos falando em converter informações em um visual atraente, mas antes de qualquer “atraência”, lidar com informações é o primeiro passo.

Uma metodologia muito presente no Design Thinking é o Double Diamond, ou duplo diamante. Ela consiste em um processo de divergência e convergência duplo onde entendemos um problema e apontamos para uma solução mais adequada.

O Double Diamond é dividido em 4 etapas: descoberta, definição, desenvolvimento e entrega.

Posso falar especificamente sobre essas etapas em outro momento, pois o que é interessante que entendamos é como o processo de design tende a se pautar em juntar informações por meio de pesquisa para enfim organizar e depois repetir o processo.

Princípio dos cinco cabides
Esse princípio de nome curioso nos traz cinco maneiras pelas quais podemos organizar e agrupar informações. Obviamente existem outras formas, mas vamos tirar essas cinco como ponto de partida.

De forma prática, organizar informações é útil para designers para o momento de disposição dos itens em tela. Isso fica muito evidente com o Design Gráfico e conversa bastante com o princípio de organização, onde itens similares precisam estar próximos.

1- Categoria
Segundo o livro, categoria se refere à organização por semelhança ou afinidade. Quando organizamos os livros em uma prateleira, por exemplo, a organização pode ser feita a partir desse modelo. Livros de ficção podem ficar juntos assim como os livros de Design ou Empreendedorismo também podem se agrupar entre si.

2- Tempo
Aqui nos referimos à uma organização por ordem cronológica. De maneira bem simples, a escolha por esse modelo de organização nos permite entender as linhas do tempo.

Imagine a organização de um calendário de contas para pagar, por exemplo, em vez de organizar as contas por preço, você pode organizá-las por dia de pagamento, o que facilita uma compreensão rápida e visual.

3- Local
Organizar por local refere-se a organização por referência geográfica ou espacial. A melhor forma de exemplificar isso é por meio de uma lista de compras (talvez eu seja muito dono de casa).

Quando você organiza uma lista de compras, vê as pendências de casa para assim listá-las e quer aproveitar ao máximo o seu tempo no mercado, organizar por referência geográfica pode ser um bom caminho. Cebola, tomate e pimentão, estando próximos na lista, vai ajudar quando chegar na sessão, permitindo pegar todos os itens de uma vez.

4- Ordem alfabética
Organizar por ordem alfabética, normalmente, é utilizado quando existe grande volume de informações.

Claro, todas as formas de organizar deste princípio são possibilidades, as informações que vão direcionar o modelo mais adequado.

5- Contínuo
O último modelo pode ser entendido como organização por magnitude. Quando vemos e-commerces, por exemplo, podemos filtrar a busca por relevância, do maior ao menor preço, mais ao menos vendido. O intuito desse modelo é gerar uma comparação com uma medida comum, algo que segue um percurso linear, contínuo.

Definição de prioridades
Antes de escolher o modelo de organização, entenda qual o objetivo daquela organização. Uma frase que tenho falado muito nos últimos dias é que o design está a favor da informação, e não o contrário. E nesse tópico sobre definição de prioridades eu quero falar justamente sobre isso.

Utilize o Double Diamond para refinar sua pesquisa, convirja conscientemente, isto é, tenha um objetivo bem definido. Definir prioridades é abrir mão de determinadas coisas em prol de outras, mas para isso é preciso conhecer o objetivo que se deseja alcançar.

No exemplo da lista de compras, meu objetivo era ser mais eficiente e não perder muito tempo no mercado. A solução que encontrei para isso foi organizar os itens da lista por proximidade, me ajudando a colocar em lote os itens do carrinho.

Conclusão
Eu sei que é muito bom falar sobre design por meio de Software, mas nos últimos meses tenho sentido que seja insuficiente. Acredito que o design vai muito além disso. Acredito que existem princípios e teorias que fortalecem muito mais a ideia sobre quem é o designer do que um software aberto.

É evidente que sei o valor do software, mas quando falo sobre organização, também trago um aspecto prático do design à vida. E a melhor forma de introspectar o design na vida, além de layouts e logotipos, é inserindo-o na vida das formas mais diversas, como numa lista de compras ou organização de livros.

Via Designerd

sexta-feira, 29 de maio de 2020

Plataforma online reúne 280 publicações e livros de fotografia

Pesquisadores e entusiastas da fotografia têm agora mais uma grande ferramenta à disposição. Acaba de ser lançada a Base de Dados de Livros de Fotografia (BDLF): uma plataforma de referências bibliográficas exclusivamente dedicada aos livros fotográficos. O projeto foi idealizado pelo fotógrafo e pesquisador Leonardo Wen, e começou a ser executado em 2018, com financiamento do edital Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal.

Trata-se de uma ferramenta inédita, no Brasil e no mundo, que se destaca pela possibilidade de aproximar o leitor das obras catalogadas. Cada título possui uma página de apresentação própria na plataforma, que além das informações bibliográficas, traz também uma porta de acesso ao livro: seja visualizando algumas das páginas digitalizadas; seja passando virtualmente as páginas daquelas que estão em formato PDF; seja através de vídeos demonstrativos.

Cada fotógrafo(a) e cada editora citada também possui uma página de apresentação, com a listagem de publicações relacionadas ao seu nome. Há, ainda, uma seção de Artigos no site. Assim, além de funcionar como base de dados e biblioteca digital, a BDLF constitui-se também um espaço de reflexão crítica sobre fotografia e artes gráficas. Todas as 280 publicações catalogadas nesta etapa tratam de Brasília, e foram lançadas desde a época da construção da cidade até os dias de hoje. São publicações de diversos tipos: coletâneas, catálogos (de exposição, turísticos e institucionais), entrevistas, zines, revistas, jornais, livros de artista etc..

A BDLF, entretanto, não se resume a Brasília: a intenção é abarcar toda a produção editorial brasileira de livros de fotografia no longo prazo, com a possibilidade de abrir-se a outros países latino-americanos. A 2ª etapa do projeto será lançada em outubro de 2020, e abarcará os livros de teoria, crítica e história da fotografia, produzidos desde 1970 por pesquisadores brasileiros. Já a 3ª etapa, prevista para ser lançada em fevereiro de 2021, focará nas publicações fotográficas lançadas entre os anos de 2010 e 2020 em nível nacional, com foco nas editoras de pequeno e médio porte e nas obras auto-publicadas. A 4ª etapa, prevista para 2022, abarcará a produção editorial dos anos 1980, 1990 e 2000.

O objetivo da plataforma é contribuir para a documentação, difusão e proteção dos livros de fotografia enquanto segmento do patrimônio bibliográfico nacional.  Acesse a Base de Dados de Livros de Fotografia e navegue pelo acervo de livros de fotografia. Confira que, Vale o Clique!

Via ArchDaily 

quinta-feira, 28 de maio de 2020

Planejamento urbano e epidemias: como doenças do passado transformaram as cidades

Cidades e epidemias têm uma relação intrincada. Ao longo da história, cidades se constituíram como locais propícios à disseminação de doenças. Centros econômicos, sociais e culturais, vocacionadas para conectar ideias e desenvolver soluções, responderam às epidemias com inovação. Mas a melhoria do espaço urbano – com saneamento e fornecimento de água, construção de parques e espaços abertos, melhores condições de transporte – frequentemente veio acompanhada da recriação da cidade precária nas periferias.

Inequidade, aglomeração, falta de infraestrutura, poluição do ar. O mundo chacoalhado pela Covid-19expõe desafios da vida urbana com mais clareza do que o habitual. Relembrar como as cidades responderam às pandemias do passado ajuda a refletir sobre as mudanças mais urgentes. Muitos desafios das cidades de nosso tempo têm sua origem em tentativas passadas de fazer dos centros urbanos lugares mais sadios e acolhedores. Desta vez, temos de responder melhor.


Cidades e doenças: uma relação de longa data
O Renascimento foi um período profícuo para o pensamento sobre a cidade. Castigada havia mais de um século por surtos recorrentes de peste bubônica, a Europa viu surgir, entre filósofos, artistas e cientistas, idealizações de cidade utópicas. Por volta de 1486, Leonardo Da Vinci esboçou o projeto de uma cidade às margens do rio Ticino, pensada para facilitar o transporte de bens e abrigar espaços urbanos limpos. A largura das ruas era compatível com a altura dos prédios, garantindo a insolação tão rara na Milão de ruas estreitas e sujas da época.

Conhecedor das propriedades da água e do ciclo hidrológico, Da Vinci pensou a cidade de modo a conter inundações e garantir irrigação e navegação e garantir que pedestres não disputassem espaço com outras formas de tráfego. Projetada em três camadas, a cidade tinha o nível da rua reservado para cavalos e charretes, como uma "zona comercial". O nível superior era exclusivo para pedestres, e o subterrâneo era perpassado por uma rede de canais conectando os porões das edificações.

A cidade ideal de Da Vinci era uma cidade inteligente séculos antes do termo entrar em voga – mas não passou disso, uma idealização que inspirou intervenções em uma ou outra cidade. Muitas das ideias do gênio italiano só foram implementadas pelos modernistas – não por acaso, outro movimento surgido na esteira de experiências traumáticas: a Primeira Guerra Mundial e a ainda mais letal pandemia de gripe espanhola. Até lá, as doenças – e a tentativa de evitá-las – seguiram como um dos motores das ideias e ações humanas sobre o espaço urbano. Para conferir matéria completa, Vale o Clique!

Via ArchDaily

quarta-feira, 27 de maio de 2020

Obras famosas recriadas no contexto pandemia do Covid-19

Estamos vivendo um período histórico na humanidade que com certeza estará estampado nas páginas dos livros de história daqui alguns anos, um vírus invisível se espalhou pelo mundo e obrigou todas as pessoas a ficarem dentro de casa para salvar não só a própria vida, como também a vida daqueles que são mais vulneráveis ao Covid-19.

Todos esses momentos são retratados através obras de arte, poemas, dentre outras formas de expressões, mas como seriam pinturas antigas se tivessem sido criadas durante a pandemia do coronavírus? A agência Looma criou uma campanha super divertida que partiu dessa ideia. Para conferir mais, Vale o Clique!
















Via Criatives

terça-feira, 26 de maio de 2020

Após desastre em Gênova, ponte de Renzo Piano está perto de ser concluída

O elemento final da superestrutura da ponte Morandi em Gênova, na Itália, foi instalado. Projetada por Renzo Piano, a ponte substitui a estrutura que entrou em colapso em 2018, fazendo 43 vítimas fatais. Após o desastre, Piano, que reside em Gênova, ofereceu doar o projeto de uma ponte para substituir a antiga.

O prefeito de Gênova anunciou no final de 2018 que Piano lideraria o projeto de 200 milhões de euros para a substituição da ponte, inspirado na histórica proeminência marítima da cidade. A ponte não terá mais o nome "Morandi", o arquiteto que trabalhou na estrutura original. Sob a liderança de Piano, o projeto conta com colunas de sustentação que lembram a proa de um navio e receberá 43 lâmpadas – uma para cada vítima – em forma de vela.




Via ArchDaily

segunda-feira, 25 de maio de 2020

Inscrições abertas para o 7º Prêmio de Arquitetura Instituto Tomie Ohtake AkzoNobel

O Instituto Tomie Ohtake e a AkzoNobel continuam a mapear a produção arquitetônica contemporânea, ao destacarem, pelo sétimo ano consecutivo, projetos significativos construídos no panorama atual brasileiro. A relação urbana e o comprometimento com o sítio de implantação e a sustentabilidade, bem como a inventividade projetual e construtiva são os critérios fundamentais que norteiam o 7º Prêmio de Arquitetura Instituto Tomie Ohtake AkzoNobel.

Para essa sétima edição, as inscrições (gratuitas) devem ser feitas online, de 28 de abril a 05 de junho de 2020, no site no qual há informações completas sobre a premiação, como edital, plataforma de inscrição etc. Podem se inscrever arquitetos brasileiros ou estrangeiros que vivam no Brasil há pelo menos dois anos e que apresentem projetos construídos durante os últimos dez anos.

O júri, formado pelos arquitetos Diego Mauro, Elisabete França, Fernando Túlio, Juliana Braga e Pedro Varella, anunciará os dez trabalhos selecionados que participarão da exposição na sede do Instituto Tomie Ohtake, que estará aberta ao público de 18 de novembro de 2020 a 07 de fevereiro de 2021 (A data pode sofrer alterações em virtude dos impactos causados pela atual pandemia do novo coronavírus). Na inauguração do evento, serão anunciados os três projetos premiados que receberão uma viagem internacional destinada a um membro da equipe de arquitetos responsáveis pelo projeto.

Mais detalhes, Vale o Clique!

Via ArchDaily

domingo, 24 de maio de 2020

IAB-SP lança chamada aberta para curtas da 2ª mostra Cinecubo

A entidade recebe até 30 de junho de 2020 obras audiovisuais digitais produzidas a partir de 2015 que se adequem a pelo menos um dos três temas relacionados ao contexto da pandemia. Participe!

O Cinecubo do Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento de São Paulo (IAB-SP) promove a 2ª Mostra de Curtas e recebe inscrições gratuitas até 30 de junho de 2020 de filmes que favoreçam a reflexão sobre os novos vieses delineados a partir da atual conjuntura pandêmica.

O enfoque das peças deve adequar-se a um dos seguintes temas: “Intimidade, corpo e ambiente doméstico”, que discute o universo subjetivo e simbólico decorrente dos três aspectos em constante relação dentro de casa; “Afetos e comunidade”, que retrata a relação com o próximo no momento de isolamento; e “E a cidade?”, abordando o espaço urbano e coletivo quando prevalece o distanciamento.

As obras audiovisuais devem oferecer suporte digital e só serão validadas para concorrer se tiverem sido realizadas a partir de 2015, com duração máxima de até 30 minutos.

O Cinecubo foi inaugurado em 2017 com o intuito de estimular diálogos e linguagens audiovisuais e arquitetônicas e fomentar olhares sobre a cidade. Cada exibição de filme – tradicionalmente na terceira terça-feira do mês – é seguida de um debate com curadoria e mediação de Nana Maiolini, Travessia Filmes e convidados, sempre gratuita e aberta ao público. Até o momento, já houve mais de 20 sessões, reunindo ao menos 40 convidados e mais de 500 participantes

Mais informações constam no regulamento. Vale o Clique!

Via Revista Projeto

sábado, 23 de maio de 2020

Arquitetura pós COVID-19: a profissão, os escritórios e os autônomos

À medida que alguns países estão pouco a pouco retomando as suas atividades, abrandando as medidas de contenção e isolamento que nos foram impostas ao longo dos últimos meses, arquitetos do mundo todo estão procurando entender melhor como será a sua vida na chamada ‘nova normalidade’. Como uma ruptura drástica e repentina em nossos modos de vida, o surto de coronavírus nos apresentou uma nova forma de encarar o mundo, redefinindo o próprio conceito de “normalidade”, provocando uma mudança na maneira como nos relacionamos com o mundo a nossa volta. Impulsionados por uma série de questões latentes, estamos lidando com um fenômeno ainda muito recente, antecipando um futuro relativamente desconhecido.

Durante um bate papo informal, dois dos nossos editores tiveram a ideia de escrever um artigo colaborativo onde procuram investigar as principais tendências do atual momento, debatendo questões relacionas às incertezas do futuro e oferecendo a sua visão sobre como a atual situação poderá afetar a disciplina da arquitetura daqui para frente. Abordando uma possível mudança de paradigma, no cenário profissional e principalmente no ensino da arquitetura, este artigo escrito à quatro mãos por Christele Harrouk e Eric Baldwin visa lançar uma luz sobre este nebuloso momento que estamos atravessando.

O campo profissional
Embora seja impossível prever o futuro, podemos criar algumas analogias lógicas com base na atual situação e em como os arquitetos reagiram a este momento de crise. Rapidamente, profissionais ao redor do mundo se prontificaram a ajudar disponibilizando seus conhecimentos e engajando-se na luta em combate à disseminação do surto de coronavírus, criando soluções inovadoras que ajudaram a salvar milhares de vidas e que poderão nos ajudar muito nos próximos anos. Enquanto alguns arquitetos se dedicaram a projetar estruturas e instalações temporárias, outros se disponibilizaram a repensar estruturas e infra-estruturas urbanas. Na reflexão que será apresentada à seguir, nossos editores procuram identificar de que forma a nossa profissão poderá – e deverá – evoluir, discutindo sobretudo novos projetos e o papel das cidades inteligentes para o futuro da arquitetura.

Abordagens interdisciplinares: Se tem algo que esta pandemia nos ensinou é que a arquitetura por si só não é capaz de salvar o mundo. À medida que formos retomando as nossas atividades ao longo dos próximos meses, ficará claro que a maneira como nos relacionarmos com o espaço construído não será mais a mesma. Novas abordagens interdisciplinares, que estão surgindo aos montes como resposta imediata à atual crise sanitária mundial, podem oferecer uma visão mais holística sobre a nossa própria disciplina, proporcionando abordagens alternativas para lidarmos com as questões globais mais urgentes. O trabalho colaborativo desenvolvido em parceira entre arquitetos e outros profissionais deverá assumir proporções jamais vistas, impulsionado pelo trabalho remoto e as novas tecnologias, aproximando profissionais das mais diversas disciplinas, integrando à prática da arquitetura conceitos de saúde pública, mobilidade e transporte, psicologia ambiental, biofilia e até mesmo agricultura urbana, para citar alguns.

Projetos futuros: Projetos emergenciais e estruturas temporárias são tópicos que devem assumir uma posição central em nossa disciplina ao longo dos próximos anos. Fundamentalmente utilizadas em tempos de guerra, em situações de emergencia causadas por desastres naturais e mais recentemente, para acolher um crescente número de refugiados ao redor do mundo, estruturas temporárias emergenciais passarão a desempenhar um papel cada vez mais decisivo no combate à doenças e epidemias – e que ninguém esqueça que guerras, desastres naturais e imigração em massa continuarão existindo. A sustentabilidade consolidará sua prevalência como elemento indispensável em todo e qualquer projeto de arquitetura, e a tendência é que a busca por auto-suficiência seja ainda mais manifesta. Por outro lado, a construção maciça de estruturas temporárias e emergenciais, na maioria dos casos em áreas subtilizadas, está transformando decisivamente os espaços ociosos de nossas cidades. O emprego do reuso adaptativo está se tornando vital para a arquitetura neste atual momento de crise, permitindo agir rápida e efetivamente. Considerado um dos principais aliados da sustentabilidade na arquitetura, o reuso adaptativo deverá finalmente ganhar a importância que merece, colaborando e muito com a estabilidade da industria da construção civil que inevitavelmente, sofrerá sérias consequências em um curto espaço de tempo.

Repensando o conceito de casa: À medida que o tempo vai passando e as medidas de isolamento continuam perdurando, os espaços íntimos estão ganhando cada dia mais importância em nossas vidas. Na verdade, é bem provável que a maioria dos nossos espaços domésticos já não sejam mais os mesmos. Da noite para o dia deixamos de sair de casa todos os dias, e então, algo mudou. A qualidade e o conforto do espaço doméstico passaram a ser uma prioridade para todos nós, assim como mudaram nossas principais exigências e necessidades. Em nosso confinamento, passamos a repensar de que forma nossas casas, apartamentos e edifícios poderiam ser mais agradáveis: áreas verdes e jardins, coberturas acessíveis, iluminação e ventilação natural eficientes, varandas e terraços generosos, espaços internos aconchegantes e acolhedores, etc.

Novos parâmetros: Com um foco renovado em abordagens orientadas ao bem-estar e a saúde dos usuários, novos parâmetros deverão ser estabelecidos. A maneira como projetamos nossos edifícios deverá mudar, assim como os materiais mais frequentemente utilizados. No curto prazo, soluções modulares e estruturas pré-fabricadas serão aquelas mais comuns, espaços flexíveis e estruturas leves continuarão a ganhar espaço na indústria da arquitetura e construção. A longo prazo, podemos dizer que as medidas de distanciamento social jamais serão esquecidas, passando a fazer parte – consciente ou inconscientemente – do processo de concepção dos projetos de arquitetura daqui pra frente. Como resposta, novos materiais estão sendo desenvolvidos, como aqueles que evitam ou impedem a disseminação do vírus.

Para conferir a matéria completa, Vale o Clique!

Via ArchDaily

sexta-feira, 22 de maio de 2020

Escritório de arquitetura se reinventa para enfrentar a pandemia

É inegável que o mundo inverteu completamente o espaço físico que costumava permanecer. Antes da pandemia passávamos mais tempo no trabalho ou na rua. A casa era simplesmente o local que íamos pra descansar. Logicamente se temos que permanecer mais tempo em casa, passamos a analisar e valorizar mais o lugar que habitamos. Diante desse cenário, o escritório de arquitetura Studio.CO em Goiânia conseguiu se reinventar e oferecer consultorias acessíveis e projetos compactos para os clientes. “Por conta do isolamento social, muitas pessoas têm buscado melhorar o ambiente de casa e tornar o home-office mais agradável”, explica a arquiteta Manuela Maciel Trezze, 26, sócia do escritório de Goiânia.

Funcionando há aproximadamente dois anos, o escritório de arquitetura oferece quatro pacotes de serviços variados, que vão de projetos a consultorias de renovação do ambiente. “Já tínhamos consultorias para ambiente. Agora estamos focados em fornecer melhorias para home-office”, comenta Manuela. A arquiteta explica ainda que dentro desses pacotes existem opções com soluções simples, possíveis de serem feitas pelo próprio cliente.

Quanto ao faturamento, a arquiteta afirma que teve queda de projetos maiores, residenciais, mas que tem ganhado em consultorias. “O ramo de construção demanda investimento alto. Muitas vezes é um investimento de uma vida, mas em contrapartida trouxe uma procura maior para as consultorias econômicas e mais rápidas”, explica Manuela.

A arquiteta conta que a empresa surgiu do sonho de duas amigas que veem a arquitetura como sinônimo de qualidade de vida e que por isso deveria chegar a todas as pessoas. Daí veio a ideia de investir em consultorias também como forma de ampliar o número de clientes. “É preciso acabar com essa história de que arquitetura é coisa de rico. Uma das ferramentas mais eficientes para reduzir os custos de um projeto é a criatividade, cabendo ao arquiteto achar as soluções mais eficientes para cada caso”, comenta Manuela.

Com a pandemia, uma das novidades foi o uso maior de recursos visuais para conseguir os projetos. “Nem todos os clientes conseguem ler plantas ou vistas, daí estamos intensificando os vídeos das plantas e descrições das modificações detalhando os efeitos e sensações que provocam”, explica Manuela. A arquiteta lembra ainda que projetos arquitetônicos transformam e melhoram ambientes influenciando diretamente seus usuários. “Pode aumentar a produtividade em escritórios, incrementar vendas em comércios, fidelizar clientes em bares e restaurantes e melhorar o conforto em ambientes residenciais”, explica Manuela.

Para o futuro, Manuela acredita que o contato físico ou virtual continuará sendo fundamental para o sucesso do negócio. Ela comenta que está se comunicando até mais do que normalmente era feito presencialmente. “Com as vídeo chamadas estamos estreitando ainda mais os laços de confiança com os clientes. São inúmeras ligações e reuniões virtuais”, afirmou.

Antes de montar o negócio as sócias fizeram duas consultorias no Sebrae. “Numa das consultorias nos foi apresentado um software do plano de negócios do Sebrae e durante o processo foi muito importante para a consolidação da empresa, até mesmo para enfrentar essa crise que estamos vivenciando”, explicou Manuela. Além disso, a arquiteta comenta que sempre que pode participa de seminários locais, ciclos de palestras e outros. “Esses conhecimentos nos ajudam desde o posicionamento da empresa até o contato com cliente, ações de marketing e a própria abertura do escritório”, finalizou.

SERVIÇO:
Studio.CO Arquitetura
www.studiocolabarquitetura.com
@studiocolab.arquitetura (instagram)
Tel: (62) 98118-7545 / (62) 99244-9089

Via Sebrae

quinta-feira, 21 de maio de 2020

O primeiro carro totalmente elétrico da Volvo

A Volvo anunciou um dos planos mais ambiciosos da indústria automotiva em prol do meio ambiente: o objetivo da empresa é reduzir a pegada de carbono do ciclo de vida por carro em 40% até 2025.

Este é o primeiro passo tangível para o propósito da Volvo de se tornar uma empresa neutra em relação ao clima em toda a sua cadeia de operações até 2040. O plano representa ações concretas, alinhadas com o acordo climático global de Paris de 2015, que busca limitar o aquecimento global a 1,5 graus Celsius acima dos níveis pré-industriais.

As ambições da Volvo para 2040 vão além do tratamento das emissões por carro e chegam à eletrificação total, outra área em que a empresa está na vanguarda.

“Estamos transformando nossa companhia por meio de ações concretas, não de compromissos simbólicos”, disse Håkan Samuelsson, CEO global da empresa. “Portanto, na Volvo Cars, abordaremos aquilo que controlamos, que são nossas operações e as emissões de nossos carros. E abordaremos o que podemos influenciar, convidando nossos fornecedores e o setor de energia a se juntarem a nós na busca de um futuro neutro em termos de clima“, explica.

Para realizar o corte significativo de 40% de sua pegada de CO² por carro até 2025, a empresa desenvolveu uma série de ações para diferentes áreas de sua operação. O objetivo de gerar 50% das vendas globais de carros totalmente elétricos até o mesmo ano é um dos mais avançados.

Outras propostas de curto prazo incluem a redução de 25% das emissões de CO² relacionadas à cadeia de suprimentos global até 2025, uma inclusão de 25% de plásticos reciclados nos novos carros Volvo até 2025 e uma diminuição de 25% nas emissões de carbono geradas pela companhia incluindo operações gerais, como produção e logística.

A Volvo foi a primeira montadora de automóveis convencional a se comprometer com a eletrificação total e a eliminação progressiva de carros movidos apenas por um motor de combustão interna. A partir deste ano, todo novo Volvo lançado será eletrificado e hoje a empresa também lança seu primeiro carro totalmente elétrico, o XC40 Recharge.

O XC40 100% elétrico é o primeiro carro da nova linha de carros Recharge da empresa, que engloba todos os Volvos recarregáveis que possuem um trem de força totalmente elétrico ou híbridos plug-in.

A linha visa aumentar ainda mais as vendas de carros eletrificados da montadora sueca e incentivar os motoristas de veículos híbridos plug-in para usar o modo puro o máximo possível.

Via B9

quarta-feira, 20 de maio de 2020

Telha solar com tecnologia de filme fino chega ao Brasil



A preocupação com construções eficientes e um modo de vida sustentável está se tornando cada vez mais presente. E, neste cenário, a geração de eletricidade tem um papel de destaque – fontes sustentáveis de energia devem ser priorizadas por empresas e por famílias preocupadas com o meio ambiente e também com a economia.

Pensando em oferecer uma alternativa para a geração de energia solar residencial, a L8 Energy trouxe para o Brasil uma telha solar com a tecnologia do filme fino. Segundo a empresa, além de ser resistente, a tecnologia possui maior poder de absorção de energia, possibilitando seu uso para geração de energia solar em residências.

“A Telha Solar L8 possui uma estrutura de alta resistência e por isso sua durabilidade é enorme. Ela vem com 10 anos de garantia de fábrica e a geração de energia após 25 anos é de 85% da potência nominal. Ou seja, do lado da eficiência, também temos um avanço muito significativo em tecnologia” explica Guilherme Nagamine, diretor executivo da L8 Energy.

O executivo ainda explica que o sistema de absorção é capaz de acender uma lâmpada de 30W com apenas uma unidade – cada telha 50 x 70 cm.

Outro diferencial importante é a resistência da telha. “Ela detém tecnologia de vaporização catódica à vácuo, considerada a melhor solução para a produção de filmes finos CIGS (Cobre, Índio, Gálio e Selênio). Na prática, isso torna a telha mais resistente e eficiente do que as telhas de fibrocimento adaptadas com células em silício monocristalino que existem no mercado”, garante Leandro Kuhn, CEO da L8.

Leandro afirma que a Telha Solar L8 possui grande potencial de mercado, pois reúne qualidades técnicas e design, para que as pessoas possam gerar a própria energia sem precisar alterar o projeto arquitetônico. . “O produto foi premiado como design de produto do ano no IF Gold Award 2019, o mais prestigiado evento de design do mundo”, conta o executivo.

A Telha Solar L8 é imune a sombras, com captação da luz difusa e mais eficiência na captação em locais nublados, ou com baixa luminosidade. O produto está a venda no Brasil e a unidade custa R$ 350,00. Mais detalhes, Vale o Clique!

Via Ciclo Vivo

terça-feira, 19 de maio de 2020

Taycan é o primeiro carro-conceito lançado da Porshe




A Porsche lançou oficialmente o seu primeiro carro elétrico chamado Taycan, sedã esportivo no qual a montadora alemã passou os últimos quatro anos trabalhando.

O projeto inicial, que originalmente chamava Mission E, passou por muitas mudanças e até fotos de espionagem rolaram durante esse período.

Finalmente, o carro-conceito chega em duas versões: o Taycan Turbo e o Taycan Turbo S, que custam US$ 150.900,00 e US$ 185.000,00 respectivamente. Ambas são máquinas com tração nas quatro rodas e vão de 0 a 100 km/h em três segundos ou menos.

Ambas as versões iniciais do Taycan usarão uma configuração de motor elétrico duplo para produzir o equivalente a 616 cavalos de potência. O Taycan Turbo produzirá 670 cavalos de potência no modo especial de “controle de lançamento”, enquanto o Turbo S pode reduzir 750 cavalos de potência nesse modo.

Os primeiros Porsche Taycans custarão mais que as ofertas da Tesla, mas entram no mercado como concorrência para a empresa de Elon Musk. A Porsche, inclusive, tem enfatizado como vantagem do automóvel em relação à concorrência, o fato das baterias do carro carregarem rapidamente.

Realmente, o anúncio da Porsche pinta o Taycan como um EV que oferecerá desempenho de supercarro sem forçar os compradores a fazer sacrifícios por praticidade.






Via B9 



segunda-feira, 18 de maio de 2020

Quantos padrões de tomada existem no mundo?




São 15.

A África do Sul possui um padrão exclusivo, o tipo M. Ele é composto por dois pinos finos e um mais grosso, que juntos formam um triângulo. No entanto, ele está saindo de linha para dar lugar ao tipo N (os três pinos adotado no Brasil). O tipo N foi criado na ideia de ser o padrão internacional, mas não colou – por enquanto só o Brasil e a África do Sul adotaram os três pinos.

Tirando o tipo M, o que sobra são os 14 desta lista – considerados os oficiais de cada país. Veja quem usa qual.
















Via Super Interessante

domingo, 17 de maio de 2020

Google vai lançar cartão de débito próprio e conta digital

A Google vai lançar seu próprio cartão de débito. De acordo com o site TechCrunch, a gigante das pesquisas concorrerá com a Apple, que tem o Apple Card, e demais fintechs.

A Google irá disponibilizar controle total por um aplicativo próprio, que pode servir como uma conta digital. Como revelam as imagens, o correntista Google terá todo o ecossistema da companhia para monitorar o próprio consumo, além claro, das conhecidas funções de pagamento por aproximação, cartão virtual para compras online e bloqueio de conta via aplicativo.

Para dar start no serviço, a Google precisa se adequar às leis dos Estados Unidos. Sendo assim, deve se unir a instituições financeiras convencionais — e uma antiga declaração indica que Citi e Stanford Federal Credit Union são as mais cotadas para a parceria.

“Nós estamos explorando como podemos nos unir a bancos e instituições financeiras nos Estados Unidos para oferecer acompanhamento de contas mais inteligente pelo Google Pay. Hoje, a Citi e a Stanford Federal Credit Union são nossas maiores parceiras e esperamos poder dar mais detalhes em breve”, declarou um porta-voz da companhia ao Wall Street Journal.

O sistema da Google atenderá às necessidades mais comuns de correntistas. O sistema poderá ser utilizado em lojas físicas, saques, transferências bancárias e compras online com os dados originais do cartão ou de um cartão virtual gerado pelo aplicativo. Por falar nisso, aparentemente todo o ecossistema Google fortalecerá o registro de consumo do cliente. Em uma das capturas de tela, é possível ver a localização da compra com endereço, nome e telefones de contato direto do Google Maps, um dos exemplos.

Ao que que parece, o cartão será um reforço ao atual Google Pay, que provavelmente será o aplicativo gestor da conta. Assim que contratado, o aplicativo receberia um reforço de segurança, garantindo acesso apenas via PIN ou biometria.

Mesmo ainda que sejam poucas as informações, é provável que o Google Card seja um serviço gratuito. Além do dinheiro sendo passado pela empresa, a Google aproveitará todos os dados gerados pelas compras, resultando em um rico catálogo de informações sobre hábitos de consumo.

Via Engenharia É


sábado, 16 de maio de 2020

Harley-Davidson avança em projeto para lançar sua bicicleta elétrica

A Harley-Davidson está avançando em seu projeto para lançar uma bicicleta urbana elétrica. A novidade faz parte do atual braço de veículos elétricos da empresa, inaugurado em 2018 com o anúncio da LiveWire.

A empresa patenteou o conceito de “scooter elétrico”, e alguns esboços da bicicleta acabaram vazando para a mídia, confirmando um protótipo que Harley já havia apresentado na CES 2019. O modelo foi projetado para ser uma bicicleta urbana, na qual é fácil andar sem embreagem ou mudança de marchas. A scooter une o desempenho da marca – sistemas mecânicos à tecnologia elétrica – junto com seu estilo típico.

Embora os novos esboços confirme o design esperado para o modelo, a versão final ainda pode ser diferente quando finalmente produzida.

A Harley-Davidson recebeu uma resposta relativamente positiva do público com a sua LiveWire, o que ajudou a inspirar novos projetos baseados no conceito de ajudar na mobilidade fácil usando a tecnologia elétrica.

Via B9

sexta-feira, 15 de maio de 2020

Websérie conta a história da construção do Sesc Pompeia, de Lina Bo Bardi

Já parou para pensar como foram feitos os grandes monumentos arquitetônicos das cidades e lugares que você conhece ou transita? Pensando em se aproximar com o público visitante e com os fãs de Lina Bo Bardi, o Sesc Pompeia lança a websérie Tijolo por Tijolo, na qual conta o processo de concepção e construção de um dos prédios mais emblemáticos da cidade de São Paulo.

Disponíveis gratuitamente no site Sesc, os seis primeiros episódios abordam em poucos minutos temas como a história do bairro da Pompeia, da antiga fábrica que deu lugar para o centro cultural e uma apresentação sobre a arquiteta ítalo-brasileira que assina o projeto. Os vídeos são apresentados pelos educadores das Visitas Patrimoniais do Sesc Pompeia - mestrandos e doutorandos especializados na arquitetura de Lina Bo Bardi, do próprio Sesc e do bairro paulistano.

A série conta, no total, com 15 episódios: os outros nove serão lançados semanalmente, às quintas, no Facebook do Sesc Pompeia - veja abaixo o que vem por aí. Imperdível!

- Como foi o restauro da antiga fábrica?
- Como a Área de Convivência reflete características de um espaço democrático e de compartilhamento
- Como o Deck dialoga com o relevo do bairro do Pompeia e apresenta o rio que corta a região
- As histórias escondidas nas janelas do Conjunto Esportivo
- O que está por traz da Caixa d'água
- De onde vieram as esculturas espalhadas pela unidade?
- Como o Mandacaru do Conjunto Esportivo dialoga com o processo de redemocratização
- Em meio ao concreto, como Lina cultivou a natureza na Fábrica
- Por que a arquitetura do Sesc Pompeia é toda em materiais aparentes

Vale o Clique!



Via Casa Vogue

quinta-feira, 14 de maio de 2020

AsBEA lança Guia para o Trabalho Remoto dos Escritórios de Arquitetura e Urbanismo

A AsBEA-BR apresenta o Guia AsBEA para o Trabalho Remoto dos Escritórios de Arquitetura e Urbanismo. Motivado pelas novas necessidades de organização dos escritórios impostas pela crise COVID-19, o Guia tem o objetivo de indicar caminhos e boas práticas, tanto para os líderes quanto para os colaboradores dos escritórios. Como descrito, não existe um único caminho para a transição para o trabalho remoto, mas a organização e cooperação entre todos é fundamental para que o distanciamento não afete o desempenho dos escritórios.

O Guia AsBEA para o Trabalho Remoto dos Escritórios de Arquitetura e Urbanismo foi desenvolvido pela Frente Institucional AsBEA, mantida pela presidência nacional e das regionais, em parceria com escritórios associados. Esta é apenas uma das iniciativas que a Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura tem desenvolvido para apoiar a todas as empresas do setor, associadas ou não, durante este momento complexo.

Acompanhe as mídias da AsBEA em suas regionais para ficar por dentro de todas as iniciativas e preparar seu escritório para cada etapa deste momento. Associe-se à AsBEA para contribuir diretamente, neste e em todos os momentos, à constante evolução profissional dos escritórios de arquitetura brasileiros.

Para baixar o guia da AsBEA, Vale o Clique!

Via AsBEA

quarta-feira, 13 de maio de 2020

Dicas para vencer o bloqueio criativo

O bloqueio criativo é algo que atormenta profissionais das mais diversas profissões, do designer ao publicitário, do arquiteto ao músico. É evidente que as áreas criativas são mais afetadas por isso, mas eu vou lançar uma hipótese neste artigo: bloqueio criativo não existe. Nesta hipótese, existem três fatores principais que corroboram para o que chamamos de “bloqueio criativo”. E como esses fatores podem ser identificados, podemos trabalhar em cima deles.

O que o senso comum normalmente chama de bloqueio criativo pode ser explicado por três circunstâncias principais: déficit na definição do objetivo, falta de pesquisa e fadiga mental. E são esses fatores que eu explicarei nos próximos tópicos, preenchendo com dicas para vencer o tal “bloqueio criativo”.

1 - Definição do objetivo
Desenhe um cachorro pra mim. Isso, pega um papel e caneta e desenha um cachorro pra mim. Você concorda comigo que essa demanda não é nada específica? Existem cerca de 400 raças de cachorro no mundo, e sem contar a posição, idade e o mais crucial de tudo: por que estou te pedindo esse projeto?

Este exemplo serve para vermos o quanto somos ansiosos e já queremos pôr a mão na massa sem ao menos compreender a demanda e entender os porquês. E quando eu falo sobre definição de objetivo, é justamente a pergunta “por que estou fazendo esse projeto?” que precisa ser respondida.

Se existe um projeto, existe uma dor a ser sanada. Definir bem o objetivo é uma forma de afunilarmos o escopo do projeto, deixando cada vez mais específico e conseguindo atingir mais especificamente na dor.

2 - Pesquisa
Depois de definirmos o objetivo, vamos para o papel! Mas não o papel da execução. Vamos para o papel para respondermos mais perguntas. “Poxa Éricles, eu achava que criatividade tinha a ver com dom e que bastava sentar numa poltrona e esperar que as ideias chegassem”. Pois é, gafanhoto, não é exatamente assim.

Existem uma série de modalidades para aplicarmos nessa etapa de pesquisa, e sim, estamos nos referindo a uma metodologia, e é essencial que seja seguida, não adianta fazer pesquisa antes de definir o objetivo, por exemplo. Para um bom começo, eu gosto de explicar dois tipos de pesquisa: Análise de similares e pesquisa com o usuário.

Análise de similares
Esta ação de pesquisa tem a ver com a comparação de produtos ou serviços já existentes. É extremamente importante para nortear o projeto. “Será que estamos fazendo algo completamente novo?” “Esse tipo de solução já existe no mercado?” “O que outros profissionais já estão fazendo?” A partir desses princípios evita-se reconstruir a roda.

Pesquisa com o público
Converse com o público. Entenda quais são as reais dores dele. E com dores não estou falando de dor nas costas ou na lombar, mas quais as necessidades do público. Além disso, é preciso entender qual o seu modelo mental.

Vamos imaginar o seguinte, ainda com o exemplo de desenhar o cachorro: você precisa desenhar um cachorro para um Pet Shop. Qual o modelo mental do público desse Pet Shop? E com modelo mental, quero falar sobre como ele pensa o mundo dos Pet Shops. Qual a raça desse cachorro? Ele tem raça? Qual o tamanho? Como que o público imagina esse cachorro?

Modelos mentais são a forma como interpretamos a realidade ao nosso redor, e isso é totalmente condicionado ao nosso background. Quem projeta, projeta para alguém. Ou seja, é vital que se conheça sobre o público.


3 - Momento de ideias
Existe um momento propício para ter ideias: quando se está de mente aberta para registrá-las. Nesta etapa você vai pegar a definição do projeto e o fruto de suas pesquisas, tanto a análise de similares como a pesquisa com o público, e imaginar: qual a melhor solução de acordo com essas variáveis? E aí sim comece a rabiscar. Ainda levando em consideração o exemplo do cachorro para o Pet Shop, seus rabiscos podem ter relação com a posição desse cachorro, o ângulo do desenho, etc. Mas expandindo um pouco para as outras áreas criativas, é crucial o uso de rascunhos, porque é mais fácil alterar algo que demorou 3 minutos para ser feito do que um projeto inteiro de 3 ou 20 dias.

Alguns profissionais de design chamam esse processo de Rafe, outros de rough, mas o importante é ter em mente que precisa ser um rascunho da solução. Faça quantos forem necessários, talvez lá no 184º você se sinta satisfeito.

4 - Respire
A dica mais importante de todas: respire. Não precisa se afobar pelo prazo apertado ou querer forçar soluções que só vão gerar refações. Respire. Tome uma água, saia do ambiente, vá pra rua sentir o sol esquentar sua pele.

Se você já executou todas as etapas que citei anteriormente mas mesmo assim está sem ideias, respire. Deixe que seu cérebro processe todas as informações. E se mesmo assim estiver difícil, volte para o passo 1. “Será mesmo que eu sei o objetivo deste projeto?” “Fiz pesquisas o suficiente para ter uma solução adequada?”

Conclusão
Criatividade tem muito mais a ver com pesquisa e dedicação do que, necessariamente, um gene especial ou coisas que caem do céu. Todo mundo pode ser criativo se aguçado com os estímulos corretos.

Quando pensamos na figura de um criativo com distância (imaginando que aquilo é uma coisa que não foi conquistada mas sim cedida no nascimento), estamos nos afastando de sermos criativos.

Existem insights? Sim. Mas eles não são fruto de dom ou bênção divina, são fruto de muito consumo crítico, pesquisa e perguntas corretas.

Via Designerd

terça-feira, 12 de maio de 2020

7 dicas para ser mais produtivo em seu Home Office

Há muito tempo, trabalhar de casa vem sendo uma realidade cada vez mais adotada por profissionais e empresas de diversas áreas. E agora, em um momento delicado como estamos atualmente, o home office foi inserido na rotina de muitos de uma hora para a outra, sem um preparo do espaço e nem do modo de pensar de quem vai começar a atuar assim.

Você pode ser tão ou mais produtivo do que trabalhando em um escritório e existem diversas ferramentas para manter o contato remoto com seus colegas de equipe, então isso também não precisa ser um problema. Além do que, produtividade não tem relação apenas com onde você estiver.

Então, para abrir esse tópico tão importante pro momento, separamos 7 dicas para que você consiga escolher melhor um espaço em casa e iniciar seus trabalhos de maneira eficiente.


Sobre o seu espaço
O lugar da sua casa que vai escolher para trabalhar é muito importante, tanto na questão de decoração como na ventilação e iluminação. Tudo isso pode ajudar muito, já que seu conforto também auxilia no seu foco.


Escolha um lugar arejado e com boa iluminação natural
Para quem trabalha durante o dia e não tiver problemas com reflexo no monitor, a luz natural sempre vai trazer benefícios para seu rendimento. Dá uma noção de tempo, e principalmente ânimo.

Quem prefere trabalhar à noite, também é recomendável escolher um lugar com boa iluminação, mesmo que para isso seja necessário trocar algumas lâmpadas. Mas se onde trabalhava já era um ambiente mais escuro e isso lhe fazia bem, faça como se sentir melhor.

Mas, independente da luz, prefira janelas abertas. Deixar entrar um ar mais fresco hoje é até uma indicação de saúde.


Mesa e cadeira são melhores que o sofá
Apesar do notebook ter sido desenhado de um jeito que mantê-lo no colo não seja totalmente desconfortável (estou falando, claro, dos modelos que não tenham problema de superaquecimento), essa posição a longo prazo pode te trazer muitos problemas, mas mesmo a curto prazo isso vai te atrapalhar, além da questão ergonômica.

Quando ficamos em um sofá, acabamos esticando as pernas, ficando mais relaxados. E isso pode parecer bom no começo, mas logo a televisão pode começar a ficar bem atraente, o controle remoto está próximo.

Talvez você pense “bom, vou deixar a TV ligada, mas continuar trabalhando…” e ao chegar nesse ponto dificilmente seu desempenho será como deveria.

Sentar na cadeira te obriga a ficar em uma posição mais ereta, e isso te ajuda até mesmo na questão de manter foco. Até mesmo a circulação entra aqui como um fator positivo, mas claro, com pausas por alguns momentos para mudar de posição e dar alguns passos.


Não espalhe objetos pela mesa
Bagunça gera bagunça e mesmo que você não se considere alguém que liga muito para isso, dificilmente uma mesa desorganizada vai trazer benefícios para seu trabalho.

Então, se tiver gavetas, use-as. Organize os objetos por categorias que facilite sua busca quando precisar. Imagine isso como uma taxonomia de objetos pessoais.

Colocar as coisas organizadas e dentro de gavetas ou caixas ajuda não só a manter o espaço mais bonito, mas também facilita muito a limpeza, outro item essencial para um bom dia de trabalho.

E, ainda mais nessa época, isso evita que sujeiras indesejadas e o que vier junto com elas se aglomerem em sua mesa, teclado e mouse.


Lembre que seu espaço precisa ser inspirador de alguma forma
Além da organização e limpeza, é comum ver em mesas de escritório algo que o profissional gosta de expor, seja para se identificar ou apenas por gostar, como um brinquedo (action figure ou colecionáveis para quem ficou magoado com o termo), fotos, canecas ilustradas, entre outros objetos que contribuem com sua identidade.

Em casa sua mesa também pode ter uma decoração com algo que goste e que ao olhar para ele, remeta para outros momentos e experiências, começando assim um processo criativo inconsciente.


Sua produtividade
Além de medidas básicas, como não cair na tentação de ficar o dia todo de pijama com pernas pra cima, existem muitas ferramentas que podemos usar para que nosso dia seja muito mais produtivo.


Escolha sua técnica de produtividade preferida (Pomodoro, Metodologias ágeis, etc). Para mais detalhes de ferramentas, Vale o Clique!

Via Designerd

segunda-feira, 11 de maio de 2020

Em obra hospitalar mais rápida do Brasil, São Paulo ganha 100 novos leitos para pacientes com Covid-19





O combate ao coronavírus é também uma grande batalha contra o tempo. E para oferecer soluções a curto prazo é necessário trabalho de equipe. Este é o caso da unidade anexa ao Hospital Municipal M’Boi Mirim – Dr. Moysés Deutsch, em São Paulo, que foi construída em tempo recorde.

Em apenas 36 dias, com a ajuda de 300 colaboradores, foi erguido um espaço de 1500 m² com 100 leitos de enfermaria para pacientes com Covid-19 – a obra hospitalar mais rápida do Brasil. “Somados aos dois mil leitos dos dois hospitais de campanha (Anhembi e Pacaembu), teremos 2.100 leitos de observação”, afirma o prefeito de São Paulo, Bruno Covas.

“O espaço também conta com banheiros com acessibilidade completa e áreas de apoio para enfermeiros e médicos", explica a engenheira Juliana Alves, Gerente Corporativa de Projetos da Ambev – a empresa de bebidas em parceira com a Gerdau, o Hospital Israelita Albert Einstein e a Prefeitura de São Paulo são os responsáveis pela construção que custou mais de R$ 10 milhões.

Para garantir a velocidade da obra, a unidade hospitalar foi construída com estrutura modular pré-fabricada, criada pela Brasil ao Cubo – uma Construtech Brasileira. "Essa modalidade dispensa materiais convencionais, como tijolos, cimento e concreto na maior parte dos processos. No lugar deles, são usados estruturas e painéis metálicos", conta Alves.

E ainda que o maior desafio fosse o tempo, a obra que estava prevista para ser entregue no dia 3 de maio, foi inaugurada ontem, 27 de abril. Os 100 novos leitos atenderão aos casos de COVID-19 exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). "E, quando essa crise passar, a unidade de saúde ficará para a Prefeitura de São Paulo e passará a integrar a rede pública de saúde do município", finaliza a engenheira.









Via Casa Vogue 

domingo, 10 de maio de 2020

Banksy homenageia profissionais da saúde em hospital inglês

Obra intitulada "Game Changer" mostra garoto que abandonou os super-heróis tradicionais em troca de um novo herói, a enfermeira. No mês passado, Banksy divulgou um novo trabalho feito diretamente do banheiro de sua casa, justamente para reforçar ao público a mensagem de que todos devem manter o isolamento social neste momento de pandemia. Agora, o artista divulga mais um trabalho, dessa vez prestando homenagem aos profissionais de saúde que estão na linha de frente do combate à Covid-19.

Banksy postou a obra de arte em sua página do Instagram com o título “Game Changer”, referindo-se ao fato de que o garoto da pintura abandonou os super-heróis tradicionais, como Batman e Homem-Aranha, em troca de um novo herói, a enfermeira.

O quadro foi instalado no Hospital Geral de Southampton, onde ficará em exibição até o outono (primavera aqui). Depois disso, a peça será leiloada para arrecadar dinheiro para o próprio hospital.

No Reino Unido, os dados sobre a Covid-19 em 07/05/2020, o Centro de Ciência e Engenharia de Sistemas (CSSE) da Universidade Johns Hopkins relatou que passava de mais de 200 mil casos confirmados com o vírus.

Via B9

Mustang elétrico será mais rápido e potente do que o esperado




O próximo Mustang Mach-E de 2021 da Ford pode ter mais velocidade e aceleração do que o esperado, de acordo com slides de revendedores vazados vistos pelos administradores do fórum do Mach-E e identificados pelo Autoblog.

Todas as versões parecem ter ganho potência e torque em relação às especificações de lançamento. O Mustang Mach-E GT Performance Edition, versão mais equipada, saiu de 57,6 kgfm de torque para 59 kgfm, além de ter ganhado 14 cavalos de potência chegando aos 346 cavalos. Já o Select, versão básica do Mustang, vai entregar uma potência de 266 cavalos e um torque de 43,8 kgfm, comparados aos 42,3 kgfm anteriores.

Quando a Ford publicou originalmente as especificações do Mustang Mach-E no lançamento, disse que os números de potência eram números “direcionados”. Se as novas especificações forem precisas, ela conseguiu encontrar alguns pôneis extras enquanto trazia o Mach-E para as especificações de produção. Embora modesto, o impulso poderia dar à Ford alguns direitos extras de se gabar, diminuindo décimos dos tempos de aceleração e aumentando as velocidades máximas.

A Ford estimou que o intervalo padrão Mach-Es com baterias de 75,7 kWh subirá a 370 quilômetros com uma carga, enquanto os demais modelos terão 480 quilômetros de autonomia. Os modelos variam de preço de US$ 43.895 para o modelo Select, até US$ 60.500 para o GT – preços razoáveis ​​para EVs de alto desempenho.

O Mach-E  poderá chegar no primeiro semestre de 2021, mas a Ford disse ao Autoblog que existem “muitas peças móveis” e ainda não diz exatamente quando será colocado à venda.

Via Engenharia É

domingo, 3 de maio de 2020

7 sites com cursos online para unir criatividade e inspiração na quarentena

O tempo de quarentena tem sido uma boa maneira para quem está em casa de focar em projetos pessoais, estudar mais e manter o cérebro ativo em um momento tão delicado para nossa sociedade. Tanto saúde mental quanto do corpo são importantes, e por isso, listamos 7 cursos online gratuitos para unir criatividade e inspiração na quarentena causada pelo coronavírus.

De programação à roteiro de cinemas, biologia à mercado de trabalho, centenas e milhares de cursos estão sendo disponibilizados por instituições de ensino ao redor do país para quem está precisando combinar criatividade e inspiração através de cursos online durante a quarentena.

USP
A Universidade de São Paulo disponibilizou cerca de 17 de cursos online através da plataforma Coursera. De marketing à ciência da computação, a maior universidade pública do país está dando diversas oportunidades para quem quiser conhecer mais sobre alguma área acadêmica.

Para conseguir acessar os cursos que a USP disponibilizou, basta pesquisar por ‘Universidade de São Paulo’ no site da Coursera.

Casa do Saber
A Casa do Saber é um dos principais instituições de educação sobre assuntos diversos que vão desde filosofia até teatro e religião. São mais de 120 cursos online gratuitamente disponibilizados através do aplicativo da Casa, que está disponível para App Store, Android e desktop. Para acessar os cursos da Casa do Saber, é só entrar no site dos cursos digitais.

Alura
A Alura é um site que disponibiliza milhares de conteúdos e aulas online. Para que a gente fique em casa durante a quarentena, a plataforma está oferecendo cursos de Marketing Digital, Ciência de Dados, Programação e Experiência do Usuário. Para acessar o site da Alura, é só clicar aqui.

Udemy
A Udemy é uma das principais plataformas de educação online do mundo. Com mais de 40 milhões de estudantes ao redor do mundo, a academia online da Udemy trouxe mais de 400 cursos gratuitamente para os seus cadastrados. As opções são diversas, mas a maioria são na aula de programação e tecnologia, até com professores do MIT. Para acessar, basta se inscrever na plataforma.

ESPM
A ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) está oferecendo 13 cursos gratuitos ao vivo online. Desde antropologia do consumo até utilização da rede social Tik Tok para os negócios, uma das principais instituições acadêmicas de negócios. Para acessar, basta entrar no site da ESPM e se inscrever para os cursos que você deseja fazer.

Centro Paula Souza
O Centro Paula Souza liberou cerca de 12 cursos na plataforma mooc. Autocad, Arduíno, Canvas, Design e Photoshop, Design Thinking, Felicidade, Gestão de Conflitos, Gestão de Pessoas, Gestão do Tempo, Mediação em EaD, Mercado de Trabalho e Vendas são alguns do cursos que estão disponibilizados pelo centro de educação técnica do Governo do Estado de São Paulo.

Stoodi
O Stoodi é uma plataforma de cursinho pré-vestibular online. Os cursinho está oferecendo aulas online gratuitamente por 30 dias para quem está querendo passar no vestibular depois da pandemia. Focado no ENEM e nas áreas de conhecimento cobradas nas principais provas do país, é uma boa alternativa para manter os estudos em dia durante a quarentena.

Via Hypeness

sábado, 2 de maio de 2020

O Blog do Bráulio agora é Paralelo Amarelo!






Bem vindos a uma nova fase do nosso trabalho. O Blog do Bráulio, agora Paralelo Amarelo, convida você a se encontrar em nossas linhas. Continuem conosco, compartilhem angústias, experiências, curiosidades e dúvidas. Sua participação nos motiva a continuar! Somos gratos por confiarem em nosso trabalho. Muitas novidades estão a caminho, então vem com a gente!

Aluna de arquitetura pinta série de prédios em art déco de Goiânia

Goiânia - Foi após perceber que o grande acervo a céu aberto de prédios em estilo Art Déco em Goiânia às vezes passava despercebido que a estudante de arquitetura da PUC Goiás, Luisa Alves, decidiu fazer aquarelas com todos os edifícios da capital goiana construídos neste estilo arquitetônico.

Para divulgar o próprio trabalho, mas, principalmente, o conjunto arquitetônico de Art Déco de Goiânia, Luisa começou a publicar as pinturas em sua página pessoal de arquitetura no Instagram.

Em entrevista ao jornal A Redação, Luisa contou que a ideia de registrar em telas cada um dos 22 prédios em Art Déco surgiu após um trabalho da faculdade sobre o estilo. “O objetivo nasceu como forma de aprendizado para mim, que moro no Centro de Goiânia, e para outras pessoas também. Isso como forma de voltar os olhos para a arquitetura da região de forma alternativa, pois percebi o quanto nós goianos passamos despercebidos por esses edifícios que possuem tanto valor histórico para a cidade e muitas vezes não reconhecemos”, contou ela.

De Goiânia para o mundo
Luisa contou ainda que ambiciona fazer com que seu trabalho chegue ao maior número possível de pessoas, através do poder das redes sociais. “Pretendo atingir os diversos tipos de público, tanto os que conhecem e atribuem um sentimento de memória aos edifícios quanto aos que não conhecem e atribuem que há uma importância ali”, revela.

A partir da experiência própria de não notar os prédios em Art Déco, Luisa conta que espera contribuir para que os goianos valorizem o grande acervo histórico presente na capital do Estado.

“Acredito que nós goianos precisamos reconhecer que temos uma arquitetura local com grande valor histórico para atribuirmos um sentimento de pertencimento e identidade sobre a cidade em que vivemos, supondo que se não conhecermos o passado, jamais iremos para o futuro”, explica a estudante de Arquitetura.

Santo de casa
O Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, a Torre do Relógio da Estação Central do Brasil, também no Rio, e o Monumento às Bandeiras, em São Paulo, são dois exemplos de monumentos brasileiros que pertencem ao estilo Art Déco. O prédio mais famoso do mundo, o Empire State Building, em Nova York, também se enquadra neste tipo de arquitetura.

Luisa também atenta para a importância de conhecer e prestigiar o patrimônio histórico e cultural local. “Hoje percebo a diferença do quanto valorizamos mais a arquitetura do exterior, como o Empire State Bulding, que vemos em tantos filmes, artes e fotografias, enquanto temos o maior acervo do mundo nesse estilo no "quintal de casa" sendo escondido por outdoors ou até mesmo demolidos”, declara.

Via A Redação